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Estado de Minas Não baixe a guarda!

Dengue e Zika: mesmo com índices baixos, autoridades de MG pedem prevenção

Números estão mais baixos, mas prevenção é importante para eliminar riscos de colapso nos sistemas de saúde, já sobrecarregados devido a COVID-19


04/02/2021 10:36 - atualizado 04/02/2021 11:08

O Aedes aegypti é o mosquito causador de dengue, chikungunya e zika. Evite acumular água parada, criadouro do inseto (foto: Marcos Teixeira de Freitas/Visualhunt/Banco de Imagens)
O Aedes aegypti é o mosquito causador de dengue, chikungunya e zika. Evite acumular água parada, criadouro do inseto (foto: Marcos Teixeira de Freitas/Visualhunt/Banco de Imagens)

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) divulgou boletim epidemiológico relativo aos casos de dengue, chikungunya e zika no estado. Até 1º de fevereiro, foram 4.375 notificações prováveis (casos notificados, sem considerar os descartados) de dengue, em um total de 904 casos confirmados, com uma morte pela doença, além de outra morte em investigação.

Em relação à febre chikungunya, foram registrados 1.065 casos prováveis da doença e, desse total, 160 casos foram confirmados, sem aferição de mortes em Minas Gerais. No gráfico da zika, até o momento são 58 casos prováveis, sendo dois confirmados, e também sem mortes.

A SES-MG lembra que Minas Gerais vivenciou quatro epidemias de dengue em 2010, 2013, 2016 e 2019. Em 2019, foram notficados 474 mil casos prováveis e 188 óbitos por dengue. No ano passado, ainda em relação à dengue, foram 84.636 casos prováveis e 13 mortes.

Levando em conta a distribuição de casos prováveis de dengue no estado, no alto da lista são 747 em Belo Horizonte, 373 em Resplendor, 354 em Uberada, e, em Contagem, na Grande BH, 149. A única morte por dengue registrada em Minas Gerais aconteceu em Paracatu.

No mesmo recorte em relação à chikungunya e zika, conforme as cidades de residência, para a primeira doença o maior índice de notificações foi em Resplendor, com 563 casos, seguido de Itueta, com 274, e Aimorés, com 81 casos prováveis. Para a segunda, a quantidade maior de casos prováveis foi aferida também em Resplendor, com 35 casos. Na capital, são apenas quatro casos prováveis de chikungunya e outros quatro de zika.

No paralelo aos anos anteriores, os números de contaminação e óbitos estão mais baixos para essas infecções, mas especialistas alertam a população para não baixar a guarda, ajudando a salvaguardar os sistemas de saúde sobre uma possível sobrecarga, visto que poderia acontecer um "efeito cruzado" com a pandemia da COVID-19.

Já de conhecimento de todos, a melhor forma de prevenir a dengue, a chikungunya e a zika é combatendo o Aedes aegypti, mosquito causador das doenças, e seus criadouros, como os locais de água parada.


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