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Estado de Minas NOVO CORONAVÍRUS

BH iguala recorde de mortes por COVID-19 em 24 horas e chega a 724 óbitos

Segundo boletim da prefeitura, 53 pessoas perderam a vida pela doença entre o penúltimo balanço e o divulgado nesta terça-feira (11)


11/08/2020 17:50 - atualizado 11/08/2020 18:00

Ocupação de leitos é primordial para tomada de decisões do poder público durante a pandemia da COVID-19 (foto: Gil Leonardi/Imprensa MG)
Ocupação de leitos é primordial para tomada de decisões do poder público durante a pandemia da COVID-19 (foto: Gil Leonardi/Imprensa MG)

 

Belo Horizonte bateu novo recorde de mortes por COVID-19 nas últimas 24 horas: 53 pessoas perderam a vida pela doença entre o balanço divulgado nesta terça-feira (11) e o dessa segunda. Com isso, a cidade iguala o saldo de óbitos registrado em 4 de agosto, quando a PBH anunciou a flexibilização do comércio da capital mineira.

 

Portanto, BH registra agora 724 mortes causadas pela infecção pelo novo coronavírus. São quase 200 óbitos somente no mês de agosto.

 

Já os casos da doença saltaram para 26.440, com 22.490 recuperados e 3.226 pessoas ainda com sintomas, além dos 724 mortos. A Região de Venda Nova foi a primeira a alcançar a marca de 100 óbitos pela COVID-19.

 

Na Região Nordeste, a PBH computa 97 óbitos. Ainda estão na lista Barreiro (83), Noroeste (83), Oeste (80), Leste (77), Centro-Sul (73), Norte (69) e Pampulha (62). Há, ainda, 68 mortes em investigação na cidade.

 

Entre os mortos estão 398 homens e 326 mulheres: 81,8% deles idosos – 592 pessoas no total. Há, ainda, 371 cardiopatas, 270 diabéticos, 152 pneumáticos e 109 obesos. Apenas 16 mortos não tinham algum fator de risco ligado à COVID-19.

 

Entre os profissionais de saúde, são 1.007 casos positivos e 186 ainda em investigação. A maioria dos diagnósticos são técnicos de enfermagem.

 

Até esta terça, ao menos dois óbitos entre esses servidores foram confirmados: um técnico em enfermagem da UPA Barreiro, de 53 anos; e outro do Hospital Odilon Behrens, de 54.

 

Essas mortes não são informadas pela prefeitura e chegaram à imprensa por meio do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel).

 

Leitos

 

 

 

A ocupação dos leitos de UTI para COVID-19 voltou a cair em Belo Horizonte no balanço divulgado nesta terça. Na soma entre a rede pública e a privada, a prefeitura registra 71% de uso nas unidades de terapia intensiva. No balanço anterior, o índice era de 73%.

 

Já nas enfermarias houve aumento na taxa de uso: de 47% para 49%.

 

Vale lembrar que desde a flexibilização anunciada pela PBH na semana passada, o Executivo municipal mudou os critérios quanto à ocupação dos leitos: deixou-se de considerar apenas o SUS, incluindo também a rede suplementar.

 

Quanto ao uso das UTIs da rede pública, a taxa de uso é de 77%: a menor desde 17 de junho. Já nas enfermarias, a ocupação se manteve em 49%.


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