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Estado de Minas

Chuva causa apreensão em cidades banhadas pelo Rio das Velhas

Em Várzea da Palma, a Defesa Civil orientou moradores de áreas próximas ao barranco do rio a deixarem casas, sítios e ranchos


postado em 24/01/2020 13:41 / atualizado em 24/01/2020 14:03

A enchente no Rio das Velhas (foto) é provocada, sobretudo, pelos temporais registrados na Grande BH, pois no afluente do São Francisco deságuam o Ribeirão Arrudas e o Ribeirão Onça, que cortam a capital(foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press.)
A enchente no Rio das Velhas (foto) é provocada, sobretudo, pelos temporais registrados na Grande BH, pois no afluente do São Francisco deságuam o Ribeirão Arrudas e o Ribeirão Onça, que cortam a capital (foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press.)

O aumento do volume do Rio das Velhas, que deixou milhares de pessoas ilhadas e desalojadas em Raposos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, também causa apreensão em outras cidades banhadas pelo manancial. Uma delas é Várzea Palma, no Norte de Minas.

Na manhã desta sexta-feira, a Defesa Civil do município orientou os moradores das áreas próximas ao barranco do Rio das Velhas para deixarem suas casas, sítios e ranchos e se transferirem para os terrenos das partes altas. O alerta foi reforçado por uma rádio local, que solicitou aos moradores retirarem os seus pertences e animais de perto do rio, devido à chegada de uma grande enchente.

De acordo com a Polícia Militar de Várzea da Palma, o nível do Rio das Velhas subiu bastante. Porém, até o início da tarde desta sexta-feira não foram registrados problemas.

“Tivemos aqui um movimento de curiosos, que foram até uma ponte sobre o Rio das Velhas para verem a chegada da enchente”, disse um PM. O Rio das Velhas nasce no município de Ouro Preto e percorre 801 municípios até desaguar no Rio São Francisco, no distrito de Barra do Guaicuí, no município de Várzea da Palma, abaixo de Pirapora.

A enchente no Velhas é provocada, sobretudo, pelos temporais registrados na Região Metropolitana de Belo Horizonte, pois no afluente do São Francisco deságuam o Ribeirão Arrudas e o Ribeirão Onça, que cortam a capital.


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