Publicidade

Estado de Minas

Criminosos usam pombo morto para esconder celular em presídio

Segundo agentes, bandidos jogaram a carcaça da ave dentro de unidade prisional em Montes Claros. Dentro dele estava um celular e seis chips


postado em 18/09/2019 12:07 / atualizado em 18/09/2019 15:55

Agentes retiraram um celular e seis chips da carcaça da ave(foto: Reprodução da internet)
Agentes retiraram um celular e seis chips da carcaça da ave (foto: Reprodução da internet)


Bandidos inovaram ao tentar enviar um telefone celular e seis chips a detentos no Presídio Alvorada, em Montes Claros, Norte de Minas. No início da madrugada desta quarta-feira, os agentes prisionais perceberam que um pombo caiu em cima da tela que cobre o pátio do banho de sol na unidade. 

Quando tentaram remover o pombo, os agentes constataram que o animal estava morto e com uma perfuração. O peso da ave também chamou a atenção. Os agentes penitenciários acabaram descobrindo que as vísceras do pombo tinham sido arrancadas e no lugar delas estavam escondidos o aparelho celular e seis chips.

O fato ocorreu por volta da 0h30 e foi confirmado, por meio de nota, pela Secretaria de Estado de Segurança de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A pasta informou que  a unidade segue a sua rotina sem alterações. Até o momento,  não foram identificados os autores do crime.

Pombo foi encontrado no início da madrugada(foto: Reprodução da internet)
Pombo foi encontrado no início da madrugada (foto: Reprodução da internet)


O  diretor-geral do Departamento Penitenciário de Minas Gerais, da Sejusp, Rodrigo Machado, salienta que os  criminosos estão cada vez mais audaciosos. "Nossos agentes estão mais atentos a cada detalhe nas unidades prisionais. Neste caso, o olhar cuidadoso da equipe para perceber que o pombo não é uma ave de hábito noturno e notar a presença do animal de madrugada na tela, foi o que permitiu a apreensão dos ilícitos”, destaca Machado.

“Trabalhamos diariamente para coibir a entrada desses objetos nas nossas unidades. Temos equipes preparadas para atuar e impedir cada vez mais a presença de ilícitos no interior das celas", acrescentou o diretor do Departamento Penitenciário.
 


Publicidade