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Estado de Minas

Ocorrências de incêndios e queimaduras crescem 15% em relação a 2017

Segundo a Corporação, aumento está relacionado à precariedade da rede elétrica em algumas regiões


postado em 13/08/2018 19:21 / atualizado em 13/08/2018 19:39

Frequência de incêndios em áreas residenciais aumentou neste ano (foto: Corpo de Bombeiros/Divulgacao)
Frequência de incêndios em áreas residenciais aumentou neste ano (foto: Corpo de Bombeiros/Divulgacao)
O número de ocorrências de incêndios em áreas residenciais e vítimas de queimaduras em Minas Gerais cresceu 15% neste ano,  se comparado ao mesmo período de 2017. Enquanto entre janeiro e junho do ano passado o Corpo de Bombeiros atendeu 997 incêndios e 95 vítimas, em 2018, o número de ocorrências chegou a 1252.


De acordo com a Corporação, esses números estão relacionados aos precários sistemas elétricos de alguns bairros e cidades. Muitos moradores, na tentativa de eles próprios consertarem a rede, acabam se envolvendo em situações perigosas e iniciam incêndios.

O Corpo de Bombeiros alerta que, se não houver manutenção nessas redes elétricas, a tendência é de que  esse índice aumente a cada ano.

Outros motivos

O número de crianças envolvidas em casos de incêndio também assusta. A principal razão seria a displicência dos responsáveis por elas. Na falta de supervisão, as crianças acabam se queimando com velas e fogões.


Além disso, os bombeiros advertem que, devido a seu caráter inflamável, produtos de limpeza devem permanecer longe de crianças.

Adultos queimados ao acender churrasqueiras também são ocorrências frequentes. Segundo a corporação, boa parte dos casos estão ligados ao consumo de bebidas alcoólicas por quem vai cuidar do fogo.

Advertências

O Corpo de Bombeiros adverte que, em caso de queimadura, deve-se evitar as “dicas populares”; utilizar pastas de dentes e borra de café, por exemplo, pode agravar um processo infeccioso sobre a queimadura. O ideal é lavar o local com muita água corrente, por bastante tempo. Caso o ferimento esteja muito exposto, ligue para o 192.

*Estagiário sob supervisão da editora Liliane Corrêa

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