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Estado de Minas

Provisoriamente, hospital Júlia Kubitschek retoma atendimentos, diz sindicato

Nesta sexta-feira, de acordo com o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG), crise de insumos essenciais foi amenizada por medida 'paliativa' da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig)


postado em 15/06/2018 19:20 / atualizado em 15/06/2018 19:27

(foto: Edésio Ferreira/EM/DA Press)
(foto: Edésio Ferreira/EM/DA Press)
O hospital Júlia Kubitschek, no Barreiro, ganhou sobrevida nesta sexta-feira, de acordo com o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG). Segundo o órgão, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) transferiu equipamentos de outras unidades de saúde para socorrer o Júlia Kubitschek, o que a categoria classifica como “medida paliativa”.


Apesar do alívio, o sinal de alerta ainda está ligado para o Sinmed/MG. Na versão do sindicato, o quadro pode se complicar a partir da semana que vem, caso uma ação efetiva não seja tomada. Isso acontece porque o ato de retirar materiais de um hospital para abastecer outro, na visão da categoria, não soluciona o problema.


Em nota divulgada ontem, a Fhemig disse que recursos são pleiteados junto às secretarias de Estado de Fazenda e de Saúde para resolver os problemas e garantir o atendimento do Serviço Único de Saúde (SUS).


Nesta semana, o hospital Júlia Kubitschek enfrentou falta de insumos essenciais para o trabalho dos médicos, como luvas de procedimento e fitas de esterilização. Pacientes foram informados que apenas os casos de emergência e urgência seriam atendidos. Ontem, o Sinmed chegou a cogitar o fechamento das portas do hospital.


Procurada pelo Estado de Minas para se posicionar sobre as afirmações do Sinmed/MG, a Fhemig não respondeu aos contatos. Em nota enviada à Rádio Itatiaia, a fundação informou que já providencia os materiais para atender à demanda do corpo clínico. No mesmo texto, o órgão ressaltou que não há risco de encerramento das atividades do hospital. 


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