
O superintendente da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), Sylvio Malta, explicou que foram vistoriados os 140 quilômetros de córregos de BH, e que a região do Acaba Mundo foi priorizada porque apresentava a situação mais grave. “Já prevenindo a questão das chuvas no final do ano, resolvemos fazer esse trecho que, dentro da avaliação, era o que estava um pouco pior mesmo. Na sequência, nós vamos fazer os outros com menos gravidade”, detalhou Malta. Ele ressalta que a esta é uma manutenção rotineira, mas pouco vista porque é realizada no subsolo.
Segundo ele, durante um bom trecho, já não existia mais parte do fundo da galeria do Córrego Acaba Mundo, curso d'água que começa na Praça JK e termina no Arrudas, após passar por dentro do Parque Municipal, no Hipercentro. “É um problema que poderia vir a acontecer com o tempo. Na medida que o concreto de fundo está degradado, essa água poderia estar penetrando pelo solo e, penetrando no solo, poderia estar carreando material, abrindo erosões, causando instabilidade e poderia em algum momento ter um afundamento de pista, por exemplo”, informou.

Os trabalhos no Acaba Mundo começaram em 2015. Durante a fase de limpeza, foram retiradas 400 toneladas de lixo e entulho. Foram recolhidos desde sofás, a carrinhos de supermercado e uma máquina de lavar roupas.

