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Startup Descomplica aumenta portfólio de cursos com a compra da UniAmérica

Descomplica investiu parte dos R$450 milhões aportados pela SoftBank, na compra de universidade presencial UniAmérica


14/07/2021 13:55 - atualizado 14/07/2021 14:01

Marco Fisbhen, fundador do Descomplica(foto: Descomplica/Divulgação)
Marco Fisbhen, fundador do Descomplica (foto: Descomplica/Divulgação)

 
O final de junho deste ano foi marcado por um grande passo na trajetória do Descomplica, startup de educação fundada em 2011.

Dia 22/06, a edtech, que já tem parceria com grandes nomes como Claro, Natura e o Governo do Estado de São Paulo, anunciou a compra da UniAmérica, centro universitário do Paraná, com cerca de 2 mil alunos, que agora poderão se juntar aos outros 2 mil já matriculados em 4 cursos de graduação do Descomplica: Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia e Recursos Humanos, formando uma grande carteira de alunos para a startup.

Vale citar que a UniAmérica era uma das clientes do Descomplica e já utilizava sua metodologia de ensino, reconhecida por ajudar seus alunos a conquistarem um percentual de até 97% de empregabilidade.

Sobre o Descomplica


A startup, muito conhecida pelos seus cursos de reforço escolar, preparatórios para ENEM e aulas para concursos públicos, já conta com mais de 5 milhões de alunos e tem a inovação no seu core business, o que a levou a divulgar, em agosto de 2020, que estava passando a oferecer cursos de graduação, sob um investimento de 55 milhões de reais.

A iniciativa, no entanto, era apenas o início de um plano maior, que acabou se consolidando com a compra da UniAmérica, que continuará oferecendo aulas presenciais em Foz do Iguaçú, mas abrirá o leque de ensino para quem também quiser fazer aulas online.

Quando o assunto é pós-graduação, a Startup entrou em campo um pouco antes, mais precisamente em 2019, e a essa altura já deixou bem claro que o Descomplica é bom, afinal, são 55 mil alunos matriculados, em 390 cursos, número maior do que muitas universidades podem ostentar.

Agora, com a compra da UniAmérica efetivada, o Descomplica aumenta seu portfólio de cursos (que eram apenas 4), para 22, e não precisa mais seguir nenhum tipo de limite em relação ao número de alunos matriculados, o que é extremamente importante, já que a Startup conta com uma fila de espera de 70 mil interessados.

Marco Fishben, fundador do Descomplica, falou sobre essa expansão de cursos e suas expectativas: “conforme lançamos novos cursos, vamos conseguindo alimentar essa fila de espera. Também tem o ponto da qualidade: conseguimos manter excelência em larga escala indo para 10 mil alunos, mas somos muito cuidadosos com a manutenção deste NPS [Net Promoter Score]. Na graduação, está acima de 75″.

Cursos oferecidos pelo Descomplica


Com o novo portfólio de cursos e a autorização para realizar matrículas ilimitadas, a Edtech pretende sair de 2 mil para 10 mil alunos matriculados em graduação e de 55 mil para 100 mil alunos de pós-graduação, em menos de 1 ano.

Veja abaixo a lista de cursos oferecidos pelo Descomplica após a compra da UniAmérica:
  • Administração;
  • Contabilidade;
  • Pedagogia;
  • Recursos Humanos;
  • Gestão Comercial;
  • Gestão de Dados;
  • Gestão Financeira;
  • Gestão Pública;
  • Logística;
  • Marketing;
  • Processos Gerenciais;
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas;
  • Banco de Dados;
  • Computação em Nuvem;
  • Jogos Digitais;
  • Sistemas para Internet;
  • Engenharia de Produção;
  • Engenharia de Computação;
  • Sistema de Informação;
  • Letras-Português;
  • História; e
  • Matemática.

Claramente, essa expansão no número de alunos matriculados exige que a startup aumente seu quadro de funcionários (que já conta com mais de 700 colaboradores e deve chegar a 1.1000 até o final do ano) e otimize, tanto a experiência do usuário na plataforma de ensino online quanto a produção de vídeos.

Na ponta do lápis, o Descomplica já conta que o planejamento de crescimento envolve investir até R$1 bilhão nos próximos 3 anos e pretende contar com o próprio caixa da empresa e aportes como o do SoftBank para conseguir isso.
 
 


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