
De acordo com o informativo da Azul, tanto Carajás, no Pará, quanto Barreiras, na Bahia, voltarão a receber as viagens da empresa no início de setembro, tendo o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte como destino. A capital mineira também terá nova rota para Fortaleza (CE) e mais voos para Belém, Vitória e Uberlândia, além de Congonhas, em São Paulo, e para Viracopos, em Campinas – o principal centro de conexões da Azul no país.
Para o gerente de planejamento de malha da Azul, Vitor Silva, este é um procedimento importante para retomar o volume de viagens por todo o país, reduzido em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).
“Estamos dando mais um passo para retomar o fluxo de nossas operações no país, reconectando cidades regionais e proporcionando a opção do modal aéreo para aqueles que precisam viajar a negócios ou para visitar parentes e amigos. Na malha de setembro, voltaremos a conectar cinco destinos brasileiros - Carajás, Imperatriz, Barreiras, Cascavel e Rio Verde, reforçando nossa vocação regional e o compromisso da Azul em servir o país”, expressou.
“Também estamos fazendo um movimento de fortalecer as opções de conexões a partir de nossas principais bases para trazer mais conveniência e conectividade aos nossos clientes”, completou Vitor.
Ainda segundo a companhia aérea, por conta do feriado da Independência do Brasil, celebrado em 7 de setembro, BH terá 14 pousos e decolagens extras.
No mesmo mês, a Azul deve ofertar 407 vôos por dia para 88 destinos no Brasil e no exterior. A malha planejada alcança 45% da capacidade operada pela empresa antes da pandemia da COVID-19 e representa um crescimento de 570% na malha de 70 voos que foi operada em abril – momento mais crítico da crise para a companhia.
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Medidas preventivas
A Azul reforçou a limpeza de suas aeronaves a cada voo, seguindo os protocolos sugeridos pela IATA, e passou a medir a temperatura dos tripulantes a cada início de turno.
A bordo da aeronave, kits com luvas, álcool em gel e lenço umedecido estão à disposição para uso dos passageiros. A companhia também tem feito o uso de descontaminantes bactericidas que contam com um princípio ativo que elimina o vírus da COVID-19 em 99,99% dos casos.
*Estagiário sob supervisão da editora-assistente Vera Schmitz
