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Estado de Minas

Central de mão de obra oferece 451 profissionais autônomos

Mesmo durante quarentena os prestadores de serviço estão disponíveis com garantia de todos os cuidados para proteção contra o coronavírus


postado em 20/05/2020 10:52

Mas de 450 profissionais autônomos estão à disposição no cadastro da Sedese para (foto: Juarez Rodrigues/EM-DA-Press)
Mas de 450 profissionais autônomos estão à disposição no cadastro da Sedese para (foto: Juarez Rodrigues/EM-DA-Press)

Em tempos de pandemia do COVID-19, quem  precisar de trabalhadores nas áreas de faxina, serviços gerais, lavadeiras, passadeiras e cozinheiras, é só acionar a Central do Trabalhador Autônomo (CTA),  da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) pelo telefone (31) 3916-9077, que terá 451 desses profissionais cadastrados e aptos ao serviço. Todos orientados dentro do que recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS) para evigar a propagação  do coronavírus, seguindo todas as normas de saúde e segurança determinadas pelas autoridades sanitárias.
As diárias em Belo Horizonte custam R$ 120, com o transporte incluído, para 8 horas de serviço. No interior do estado, nas cidades que já contam com os serviços da central, o valor da diária varia de acordo com a economia local e os acordos entre solicitantes e trabalhadores. As unidades da CTA funcionam nos municípios de Betim, Itabira, Barão de Cocais, Patrocínio e em Piumhí. 
As normas de higienização são orientadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) que indica o uso de máscaras, lavagem das mãos com água e sabão com frequência, uso de álcool em gel, evitar contatos físicos e não levar as mãos aos olhos, nariz ou boca. A Sedese criou uma cartilha compartilhada com esses profissionais prestadores de serviço e os contratantes, com as considerações relativas ao COVID-19 indicadas pelo programa Minas Consciente.  A ideia da secretaria é oferecer um serviço de qualidade com os devidos cuidados em relação à pandemia e conscientização dos profissionais e interessados na mão de obra, com sugestões do programa Minas Consciente.
“Tem 27 anos que sou cadastrada na Central do Trabalhador Autônomo. Sempre trabalhei como diarista, minha única fonte de renda. Dessa forma, criei todos meus filhos e coloquei comida na mesa em casa”, conta a diarista Margarida Cândida da Silva, que presta serviços de faxineira e passadeira. Ela tem as duas filhas também cadastradas e prestadoras de serviço na Central.

De acordo com Gleidiane Storck, técnica da Diretoria de Geração de Renda e
Economia Solidária da Sedese, o serviço de intermediação busca auxiliar os trabalhadores na própria geração de renda. “É muito importante e gratificante poder ajudar esses trabalhadores, facilitando a relação entre oferta e demanda dos serviços, ou seja, entre trabalhadores e solicitantes. Os profissionais ofertam serviços com qualidade e preços justos. A Sedese trabalha na busca constante de oferecer à população um serviço prático e eficiente”, explica. A intermediação  entre oferta e demanda de oportunidades de serviços, contribui para que o trabalhador autônomo construa sua própria rede de contatos e clientes.
O diretor de Geração de Renda e Economia Popular Solidária da Sedese, Matheus Fernandes Nascimento, explica que a intenção da Sedese é aproximar o trabalhador do contratante “Este serviço da CTA tem um potencial relevante ao ampliar as oportunidades aos trabalhadores. Em um cenário de desemprego e dificuldades de recolocação no mercado formal, os trabalhadores buscam sua própria renda de diversas maneiras, inclusive na prestação de serviços”, enfatiza.
Todos os profissionais da Central de Autônomos antes de começar a prestar os serviços são submetidos ao curso de “Competências Profissionais e Sociais para o Trabalhador” da Sedese, onde recebem informações sobre ética profissional, comportamento organizacional, além de noções de marketing pessoal e profissional. Durante a capacitação, eles são alertados também sobre a importância de se contribuir individualmente para a Previdência Social, como Microempreendedor Individual (MEI).
A Central de Trabalhadores Autônomos surgiu em Belo Horizonte em 1993 como Central de Diaristas do Sine Timbiras. De 2000 a 2009, passou a funcionar no antigo Posto de Serviço Integrado Urbano (Psiu) da Praça 7. De 2010 até o final do ano seguinte, o projeto foi interrompido, sendo retomado em 2012, no Sine Santa Efigênia, como Central de Prestação de Serviços (CPS). De janeiro de 2014 a junho de 2017 passou a se chamar Central de Prestação de Serviços do Trabalhador Autônomo (CPSTA), com funcionamento na Unidade de Atendimento ao Trabalhador (UAT) do bairro Gameleira. Desde julho de 2017 está funcionando na na Cidade Administrativa como Central de Autônomos e já atua em outros municípios mineiros.


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