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Estado de Minas

Goodyear fecha as portas na Venezuela e dá pneus para demitidos


postado em 17/12/2018 06:00 / atualizado em 17/12/2018 09:05


O flagelo sem fim da Venezuela de Nicolás Maduro continua fazendo vítimas em todos os setores da sociedade. Desta vez foi a Goodyear. Com o fechamento da unidade na cidade de Valencia, 1,2 mil trabalhadores perderam seus empregos. No pacote de indenização, segundo informações de um representante do sindicato, além das verbas rescisórias está incluída a distribuição de 10 pneus para cada funcionário desligado. O acordo parece inusitado, mas, em um país que sofre com a escassez de produtos, itens como pneus podem ser considerados artigos de luxo. A unidade venezuelana produzia 1 mil pneus por dia e nos últimos meses vinha sofrendo com a falta de insumos. A operação brasileira, que poderia ser afetada pelo fim da operação no país vizinho, não comenta o caso. Nunca é demais lembrar: estima-se que mais de 70% dos venezuelanos vivam na pobreza. O índice é equivalente ao de países miseráveis, como a Somália.

A estranha campanha publicitária da Avianca


“Venha descobrir por que tem cada vez mais gente se apaixonando pela Avianca.” Esse é o slogan da companhia aérea que pediu recuperação judicial na última semana. Na campanha publicitária, não há referência sobre o problema, mas apenas um agradecimento aos passageiros que “vieram se apaixonar”. Em momentos delicados como esse, a estratégia de marketing costuma ser outra: reforçar a confiança na companhia, ainda mais no caso de uma empresa que atua no transporte aéreo.

6,8 milhões
de usuários tiveram suas fotos privadas expostas sem autorização no Facebook, conforme admitiu a própria empresa. As falhas de segurança viraram um tormento para a rede social e podem comprometer o seu futuro.

Japoneses pedem espaço na Anfavea

E por falar em montadoras japonesas, as principais marcas da Terra do Sol Nascente pleiteiam espaço mais relevante no comando da associação do setor, a Anfavea. As montadoras Ford, Volkswagen, Fiat e GM se revezam na presidência da entidade há muito tempo. Com negócios crescentes no Brasil, os japoneses querem ter voz ativa na entidade. Não se trata de um movimento organizado, mas a conversa ganhou volume nas últimas semanas.

“Acredito que você tem que estar disposto a ser incompreendido se vai inovar. Isso é realmente um ponto sério. Se você vai fazer alguma coisa que nunca foi feita antes, as pessoas vão entender mal”

>>  Jeff Bezos, fundador da Amazon


RAPIDINHAS
No Brasil, os projetos de energia solar estão finalmente deslanchando e a fonte de energia limpa vem ganhando espaço na matriz energética do país. Nos Estados Unidos, tem sido diferente. Apesar de o país ter um mercado bem mais maduro, algumas decisões do presidente Donald Trump resultaram em números negativos.
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As novas instalações desaceleraram no terceiro trimestre para o mais baixo nível desde 2015. O motivo é a tarifa de 30% imposta pelo republicano aos painéis importados, que dominam o mercado americano. Apesar de Trump defender que a decisão foi para proteger a indústria nacional, a Associação das Indústrias de Energia Solar alega que as taxas frearam o investimento e custaram mais de 20 mil empregos.
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A francesa Dassault Systèmes, líder mundial em tecnologia 3D, comprou por US$ 425 milhões a IQMS, que produz softwares para a indústria de médio e pequeno portes. A conclusão da transação está sujeita à aprovação dos órgãos antitruste nos Estados Unidos e a expectativa é que o processo seja concluído até o início de 2019.
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A rede de petshops Petz, antes chamada de Pet Shop Marginal, em São Paulo, estuda um plano de expansão nacional a partir do próximo ano. Isso será possível com o aporte de um fundo de private equity interessado em capitalizar a companhia.

Mazda quer instalar fábrica em Go


A montadora japonesa Mazda, com sede em Hiroshima, avalia instalar uma fábrica no Brasil em 2021. A empresa já solicitou uma reunião com representantes do governo de Goiás, primeiro local escolhido para abrigar a unidade. O diálogo, no entanto, foi adiado para o próximo ano, por razões de transição política, segundo uma fonte a par das negociações. Uma das possibilidades é locar áreas ociosas de empresas já presentes em Goiás, como Hyundai e Mitsubishi.


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