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Estado de Minas

Mercado S/A: Recorde de vistos negados nos consulados americanos

A procura por pedidos de visto de empreendedor aumentou 30% no primeiro semestre ante o mesmo período do ano passado


postado em 22/08/2018 06:00 / atualizado em 22/08/2018 15:25


Nunca os consulados americanos no Brasil recusaram tantos pedidos de emissão de vistos B1/B2 (turismo e negócios) como neste ano. Os números oficiais não foram divulgados, mas um alto funcionário do corpo consular de São Paulo, o principal do país, revelou que o índice deve chegar a 25%.

Segundo ele, isso se deve a políticas mais restritivas do presidente americano Donald Trump. Entre 2014 e 2016, o número de autorizações negadas pelos consulados americanos passou de 3,2% para 16,7%.

Se os Estados Unidos olham com desconfiança os turistas, para os empreendedores a história é diferente. De acordo com a diretora da consultoria Prospera, Marcya Machado, a procura por pedidos de visto de empreendedor aumentou 30% no primeiro semestre ante o mesmo período do ano passado.

Segundo ela, o índice de recusas tem sido muito baixo. “O governo Trump é mais suscetível a empreendedores do que o ex-presidente Barack Obama”, diz a especialista. “Por isso, é um ótimo momento para investir no país.”


"Não vejo a menor possibilidade de aprovar neste ano uma reforma tributária ampla”


. Eduardo Guardia,
ministro da Fazenda


Não há crise no setor hoteleiro de Brasília
Em meio à crise do setor hoteleiro, Brasília está entre as poucas capitais brasileiras que têm sustentado um desempenho positivo. De acordo com a pesquisa “Hotelaria em números – Brasil 2018”, da consultoria imobiliária JLL, a rede hoteleira da capital do país registrou aumento na ocupação de 51,2%, em 2016, para 57,4%, em 2017. Ao contrário do que aconteceu em grande parte das capitais, o valor médio da diária média também subiu, de R$ 203 para R$ 228.



Intralot paga R$ 442 milhões em prêmios


A Intralot, uma das líderes da indústria mundial de jogos, já pagou mais de R$ 442 milhões em prêmios no Brasil. Com 7 jogos disponíveis no mercado mineiro, a empresa oferece um dos maiores payouts do país, garantindo que pelo menos 60% da arrecadação com as apostas seja destinado a bonificações. “De janeiro a julho de 2018, o jogo Keno Minas, nosso carro-chefe, distribuiu mais de R$ 5,5 milhões em prêmios”, diz Sérgio Alvarenga, presidente do conselho da Intralot Brasil.


O mercado não está para peixe
O Ministério da Agricultura e a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) estão preparando o lançamento de uma campanha nacional para estimular o mercado de pescados. A ideia é realizar promoções nos pontos de venda e lançar propagandas em rede nacional. A iniciativa se justifica. O brasileiro consome apenas 9,5 quilos por ano por habitante. A média mundial é de 20 quilos. Pelas contas da Peixe BR, apenas 30% dos peixes consumidos são cultivados no Brasil.


30 mil


é o número de imóveis no Rio de Janeiro disponíveis para locação pelo sistema Airbnb, o que coloca a cidade em quinto lugar no ranking de popularidade da empresa. Os líderes são Moscou, Nova York, Paris e Londres


RAPIDINHAS

. A velha carona virou um negócio cobiçado. Assim que o aplicativo francês BlaBlaCar anunciou o início da cobrança por seus serviços no Brasil, a israelense Waze lançou oficialmente ontem o mesmo produto gratuitamente. Agora, ao definir a rota pelo GPS, será possível compartilhar seu trajeto com outras pessoas que farão o mesmo caminho.
 
. Líder mundial em telecomunicações via satélite, a americana Hughes está investindo na expansão da unidade de negócios residenciais. A ideia é oferecer internet banda larga via satélite para famílias brasileiras que moram no campo. Segundo a empresa, o potencial desse mercado ainda é pouco explorado no país.
 
. A rede catarinense Atrio Hotéis, que acaba de completar 30 anos, decidiu mudar de nome para mostrar ao mercado que seu negócio não é só hospedar. Rebatizada de Atrio Hotel Management, a empresa pretende turbinar as operações por meio da gestão de hotéis independentes.
 
. A startup Freeletics, especializada em fitness digital, recebeu nesta semana um importante aporte de capital de grupos de venture capital americanos. Os valores não foram divulgados. Sabe-se, no entanto, que a injeção de recursos possibilitará uma forte expansão de suas operações. Fundada em 2013, a Freeletics possui quase 30 milhões de usuários.

 

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