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Estado de Minas

Zuckerberg contrata advogados para eleição no Brasil

Segundo advogado, a madrugada é o período em que mais ocorrem publicações de fake news e conteúdos que caracterizam fraudes eleitorais


postado em 01/08/2018 06:00 / atualizado em 01/08/2018 08:13

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

O Facebook está se preparando para a eleição no Brasil. Há alguns dias, a empresa de Mark Zuckerberg recrutou o escritório de advocacia Tozzini Freire para montar uma equipe de advogados que trabalhará em tempo integral até o final de outubro, quando será conhecido o novo presidente da República. O objetivo é remover páginas falsas que possam influenciar as urnas. Segundo um dos advogados contratados para o trabalho, a madrugada é o período em que mais ocorrem publicações de fake news e conteúdos que caracterizam fraudes eleitorais. “O punho queima e os dedos doem de tanto remover páginas”, afirma o profissional. Nunca é demais lembrar que o Facebook teve papel decisivo na eleição americana de 2016, que alçou Donald Trump ao posto mais alto da nação. Segundo denúncia do jornal The New York Times, a empresa de análise de dados Cambridge Analytica colheu informações privadas de mais de 50 milhões de usuários do Facebook para beneficiar a campanha eleitoral de Trump.

É loja ou banco?
A decisão do Banco Central de criar regras rígidas para operações financeiras está tirando o sono de empresas como Mercado Livre, Amazon e Americanas. O prazo para que os sites se enquadrem em regras de fintechs termina em setembro e poderá inviabilizar os negócios. “Não temos como atuar como bancos, embora os pagamentos passem por nossas contas bancárias”, diz o presidente de uma empresa do setor. “Se os nerds do BC não entenderem nada de tecnologia, teremos dias difíceis pela frente.”

O lifting da Avon
A americana Avon, uma das maiores empresas de cosméticos do mundo, tentará melhorar o apático desempenho no mercado brasileiro digitalizando parte de sua operação. Nesta semana, a empresa contratou o executivo italiano Benedetto Conversano para estruturar uma nova estratégia digital para a empresa, algo que ele fez bem na sueca Ikea. A missão será pegar carona na recuperação da indústria da beleza, que tem ajudado as rivais Natura, Boticário e L’Oréal.   

RAPIDINHAS
l A holandesa Philips está decidida a embarcar no carro do futuro. A empresa vai criar uma nova divisão de negócios, especializada em iluminação automotiva por meio de LED, que terá o Brasil como plataforma de exportação para a América Latina. A estratégia será capitaneada pela distribuidora Lumileds, que buscará parcerias com montadoras de carros.
 
l É impressionante a força da imagem do craque português Cristiano Ronaldo. Desde que a Juventus anunciou a sua contratação, há pouco mais de um mês, a procura de brasileiros por camisas do clube italiano cresceu 300% no e-commerce. O levantamento é do site de ofertas Cuponeria.

l A crise pode ser feia, mas não para a turma do audiovisual. Para cumprir as cotas obrigatórias de produção nacional, os canais fechados de TV turbinaram os negócios das produtoras. Nos últimos 5 anos, a realização de séries e longas-metragens nacionais cresceu 144%. Entre 2012 e 2017, foram certificadas 3.150 obras audiovisuais.

l Os defensores do Cadastro Positivo – banco de dados dos consumidores que são bons pagadores – têm uma série de argumentos para defender a ideia. Eles afirmam que a adoção definitiva do modelo beneficiará 25 milhões de brasileiros, que terão mais acesso ao crédito. O número equivale à população inteira de um país como a Austrália.

Novo round da briga entre os herdeiros da Cachaça 51
Os irmãos Luiz Augusto e Benedito Müller, herdeiros da Companhia Müller de Bebidas, fabricante da Cachaça 51, estão prestes a iniciar uma nova batalha na Justiça. Os dois não se entendem desde a morte do pai, Guilherme Müller, em 2005, e travam nos tribunais uma queda de braço pelo comando da empresa. A confusão já rendeu o despejo de Luiz Augusto de um apartamento de luxo na capital paulista. Fontes próximas a ele afirmam que abrirá um novo processo por danos morais contra o irmão mais velho.

R$ 200 bilhões
foi quanto faturaram as cooperativas agrícolas em 2017, alta de 10% em relação ao ano anterior. De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), elas são responsáveis por quase metade de toda a produção agropecuária do país

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