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Estado de Minas

Bitcoin desaparece do radar dos investidores

Em 2018, a cotação do bitcoin encolheu cerca de 60%


postado em 13/06/2018 06:00 / atualizado em 13/06/2018 08:02

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

A febre das moedas virtuais parece ter passado. Segundo o Google Trends, a pesquisa pelo termo “bitcoin” caiu 75% desde o início do ano. Isso é importante por uma simples razão: mostra o sumiço e o desinteresse de potenciais compradores. “O Bitcoin precisa de uma nova narrativa para restabelecer a atenção global”, disse à imprensa americana Nick Colas, o guru de Wall Street que lançou um boletim diário para acompanhar a performance das criptomoedas e que foi um dos primeiros analistas a prever a expansão desse novo mercado. Em 2018, a cotação do bitcoin encolheu cerca de 60%, tombo suficiente para aniquilar a reputação de qualquer investimento. Nesta semana, o que era ruim piorou. A bolsa de moedas digitais sul-coreana Coinrail informou ter sido alvo de um ataque hacker que causou prejuízos de US$ 37 milhões. Como a Coreia do Sul é um dos maiores mercados de criptomoedas do mundo, o efeito foi desastroso: em um único dia, o preço do bitcoin despencou mais de 10%.

Vinícolas argentinas aproveitam alta do dólar
A alta do dólar e do euro frente ao real está fortalecendo a presença de vinícolas argentinas no mercado brasileiro. Com custos mais competitivos, marcas como Zuccardi, de Mendoza, começam a desembarcar por aqui. A decisão de apostar no Brasil partiu do próprio enólogo Sebastián Zuccardi, neto do fundador da vinícola, considerado um dos 10 melhores enólogos da América do Sul pela revista britânica Decanter Magazine.

Gigante alemã quer faturar com agronegócio brasileiro
A farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim, segunda maior empresa de saúde animal do mundo, quer multiplicar seus resultados a partir de uma operação mais robusta no agronegócio brasileiro. Nesta semana, a companhia anunciará o lançamento de 20 produtos. “Temos um mercado com enorme potencial que evoluiu muito na última década, principalmente nas atividades relacionadas a grandes animais”, diz Fábio Barone, novo líder da unidade de negócios.

Walmart em ritmo de mudanças

 

A troca de controle no Walmart Brasil, que desde a última semana tem 80% do seu capital nas mãos do fundo Advent, está movimentando os cargos de comando na rede. Embora o novo presidente Patrice Etlin não tenha demitido ninguém, tudo indica que o corte será profundo. Segundo uma fonte ligada à empresa, a redução prevista é de até 60% dos cargos. Os executivos mais preocupados são da área online, apontada como a que mais precisa de ajustes.

"O Banco Central tem uma série de funções. Garantir bônus de gestores de fundos não é uma delas”


Alexandre Schwartsman, ex-diretor do BC, incomodado com a turma do mercado que pede a alta dos juros para ampliar seus ganhos

21%
foi quanto cresceram as vendas de computadores no Brasil no primeiro trimestre, ante igual período de 2017, segundo a consultoria IDC Brasil. Os notebooks responderam por 60% dos negócios



RAPIDINHAS

A paralisação dos caminhoneiros atingiu em cheio o setor de calçados. Dados da Abicalçados, a Associação do setor, mostram que, no mês de maio, foram embarcados 6,4 milhões de pares, que geraram US$ 56 milhões – queda de 32,7% e de 45,6%, respectivamente, no comparativo com maio de 2017 (9,5 milhões e US$ 103 milhões).

O número interrompe a recuperação iniciada em abril, quando os embarques aumentaram quase 20% em relação a 2017. Com o resultado de maio, os calçadistas somaram 46,75 milhões de pares e US$ 400,3 milhões em exportações nos cinco primeiros meses do ano, quedas de 5% e de 9,3% no comparativo com igual período do ano passado.

Nesta semana virá ao Brasil o executivo mexicano Francisco Gutiérrez, diretor do Hotel Xcaret, um dos mais famosos da Riviera Maya, no Caribe mexicano. O objetivo é convencer os brasileiros a viajar para lá, como alternativa aos Estados Unidos e Europa.
 
O complexo hoteleiro, que existe há mais de três décadas, tem dinheiro de sobra para gastar. Nos últimos anos, investiu cerca de US$ 350 milhões na modernização e ampliação de suas instalações no México. Tudo com recursos próprios.

 

 

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