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Estado de Minas

Os negócios imobiliários de Roberto Carlos


postado em 18/05/2018 12:00 / atualizado em 18/05/2018 10:07

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Não é de hoje que o cantor Roberto Carlos dedica parte do seu tempo a empreitadas empresariais. O Rei começou a construir um império de negócios há mais de 30 anos, associando sua imagem a cruzeiros marítimos, panetones, sucos de laranja, cartões de crédito e muitos outros produtos e serviços. Nesse período, ele também faturou um bom dinheiro com concessionárias de automóveis e venda de sêmen de touros premiados. Em 2011, criou a Emoções Incorporadora para investir no ramo imobiliário. Desde então, sua empresa construiu quatro empreendimentos de alto padrão, todos bem-sucedidos. O quinto foi lançado nesta semana em Goiânia (GO). Trata-se do edifício Horizonte (referência à canção Além do Horizonte) Flamboyant, que irá consumir R$ 150 milhões em investimentos. Os apartamentos terão três e quatro dormitórios e entre 177 e 204 metros quadrados de área construída. A cobertura é maior: 507 metros quadrados. Pelas contas do Rei, o residencial deverá gerar mais de R$ 400 milhões em vendas.

 

54%
dos usuários de bancos tradicionais abririam contas digitais, segundo pesquisa da consultoria Cantarino Brasileiro. O elevado percentual mostra a força e o potencial das fintechs, pioneiras nesse tipo de serviço


"O Brasil tem vocação de potência mundial e uma capacidade de desenvolvimento excepcional"
. Dominique De Buman,
presidente do Parlamento Suíço, que veio ao Brasil para participar das comemorações dos 200 anos da imigração de suíços para terras brasileiras

 

Montadora holandesa acelera
 
A fabricante holandesa de caminhões DAF está começando a virar o jogo no Brasil depois de um longo período de dificuldades. A empresa inaugurou há seis anos uma fábrica em Ponta Grossa, no Paraná, mas nunca conseguiu passar de 40% da capacidade instalada. Sob o comando do americano Michael Kuester desde o ano passado, o índice saltou agora para 70%, o que é atribuído à reação da economia brasileira. Nesta semana, a marca comemorou a entrega do caminhão número 3 mil.

Manobra chinesa para driblar os americanos
 
A chinesa ZTE, companhia de tecnologia que ganhou fama no segmento de celulares, encontrou um jeito de driblar o Departamento de Comércio americano. Como está proibida de vender seus produtos nos Estados Unidos – é acusada de vender equipamento de comunicação para os inimigos Irã e Coreia do Norte –, ela estaria negociando uma parceria com a Samsung. Com isso, os modelos Galaxy S9 e o Galaxy Note 8 poderiam entrar no país com os processadores Exynos, fabricados pela ZTE.
 
Energia livre vale R$ 9 bilhões
 
O mercado livre de energia, no qual empresas e consumidores compram diretamente de quem produz e distribui, não para de crescer. Na BBCE, líder no ramo, os primeiros quatro meses do ano já superaram 2017 inteiro, com volume de negócios na casa dos R$ 9 bilhões. “Tivemos um início de ano desafiador, mas nossa estratégia de crescimento, baseada em inovação tecnológica, vem se confirmando”, diz Victor Kodja, presidente da empresa.

 

RAPIDINHAS

 

» A companhia chinesa DS Doll, fabricante de robôs, está em busca de um parceiro comercial no Brasil. O objetivo é seduzir alguma representante local para distribuir o seu mais novo produto: uma boneca sexual. A companhia, com sede em Dalian, no Leste da China, possui representantes na Alemanha, Cingapura, Japão e Reino Unido, mas nenhum na América Latina.  
 
» Ricardo Bellino, o empresário que ficou famoso por convencer Donald Trump a criar o Trump Reality Brazil (e isso em apenas 3 minutos cronometrados de conversa), será a estrela do Capital Empreendedora, evento nos dias 18 e 19 de maio em Brasília para discutir ideias de negócios. Além dele, estarão lá executivos de empresas como Microsoft e Bossa Nova Investimentos.


» Depois de Portugal, é a vez da Grécia (foto) entrar no radar dos brasileiros. Investir 250 mil euros em um imóvel no país garante ao proprietário e à família (filhos até 21 anos) o chamado Visto de Ouro, que permite livre circulação pela União Europeia por um período de 5 anos, renovável por outros 5.


» A Grécia tem o metro quadrado de imóvel residencial mais barato da zona do euro: 1.265 euros, ou 30% menos do que os valores praticados em Lisboa e Porto. Apesar das facilidades, o país ainda é pouco conhecido pelos brasileiros. Apenas 4 mil deles residem lá. Em Portugal, são mais de 100 mil. 

 

 

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