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Estado de Minas

Pérsio Arida diz que Alckmin vai propor parlamentarismo


postado em 27/04/2018 12:00 / atualizado em 27/04/2018 08:19

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Coordenador do programa econômico do pré-candidato à presidência Geraldo Alckmin (PSDB), Pérsio Arida fez uma declaração surpreendente para uma plateia de empresários participantes de uma conferência em São Paulo. “Qualquer movimento em direção ao parlamentarismo seria extraordinário”, disse o economista no evento Money Report-UBS. Segundo ele, o parlamentarismo tem maior capacidade do que o presidencialismo para acomodar pressões políticas – é o antídoto ideal, diz, para os embates em Brasília que não levam a lugar algum. No campo econômico, Arida defendeu uma reforma tributária que simplifique o processo de pagamento de taxas leoninas. Ele sugeriu a criação do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), que substituiria tributos e contribuições como PIS, Cofins e ICMS. “O ideal seria menos taxação, mas, na situação fiscal que vivemos, seria irresponsabilidade baixar impostos agora.” Para o economista, o raciocínio inverso também é verdadeiro. “Se aumentarmos os impostos, os políticos vão gastar mais.”
 
O carro digital da Renault

A montadora Renault e a gigante de tecnologia SAP se preparam para lançar uma plataforma de vendas de veículos pela internet. A novidade será desenvolvida por meio do sistema Knowledge Commerce (Comércio de Conhecimento, em português), mais conhecido como K-Commerce. Trata-se de um grande banco de informações de clientes, com suas preferências e estilos de vida, que ajudarão a conectá-los com empresas e produtos. O desafio será promover a plataforma preservando a rede de concessionárias

Aquele 1% da 99
A chinesa Didi Chuxing, dona do aplicativo de transporte 99, começa a imprimir seu estilo de gestão na empresa após comprar a startup, há três meses. O presidente Peter Fernandez passou o bastão para o chinês Tony Qiu. Com isso, a companhia espera colocar em prática o plano de internacionalização. Fora do Brasil, a 99 opera apenas no México – mas o negócio é pequeno, representando 1% do resultado. A meta é fazer com que as operações além das fronteiras brasileiras respondam por 20% em três anos.
 

Otis sobe com alta da construção civil
 A reação do mercado da construção civil está impulsionando os negócios da americana Otis, fabricante de elevadores e escadas rolantes. A empresa, líder mundial no segmento, fechou 2017 com faturamento global de US$ 12,3 bilhões, US$ 400 milhões a mais do que em 2016. A alta se deve ao Brasil e à América Latina, segundo o presidente Julio Belinassi. No mercado brasileiro, a Otis opera 31 filiais e mantém 2,2 mil funcionários. No mundo, está em mais de 200 países.
 

Rapidinhas
 
Dois grandes grupos hoteleiros, a Atlantica Hotels e a Vert Hotéis, estão prestes a unir suas operações. Em poucas semanas, elas terão a mesma plataforma de gestão, o que vai facilitar as negociações com parceiros e fornecedores. Graças à parceria, a empresa passa a representar 19 marcas e prevê um faturamento de R$ 1 bilhão já em 2018.
 
 
O grupo francês Pernod Ricard, dono de marcas como uísque Chivas e vodca Absolut, adotará uma nova estratégia para expandir sua operação no Brasil. A companhia pretende investir no financiamento de startups. A primeira iniciativa será o apoio ao projeto Revoada, liderado por mulheres que fazem moda com matérias-primas recicladas.
 
 
A venda dos Centros Médicos Portomed, da seguradora Porto Seguro, promete acirrar a concorrência no segmento de saúde. A compradora, a DaVita Healthcare Brasil, investirá R$ 300 milhões na expansão nos próximos cinco anos. A transação depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
 
A eleição terá algum impacto na alta do dólar? O debate ganhou força nos últimos dias, quando a moeda americana atingiu a maior cotação em quase dois anos. Segundo o analista Carlos Soares, da Magliano Invest, a disparada atual se deve à alta dos títulos do tesouro americano. Mas as tensões eleitorais vão, sim, causar fortes emoções.
  

“A vida não pode ser resolver um problema atrás do outro. É preciso ter algo que nos inspire”

 

Elon Musk, fundador da Tesla.


108 milhões
dos 120 milhões de usuários de WhatsApp no Brasil participam de grupos que reúnem familiares e amigos. Segundo o economista Maurício Moura, fundador do instituto de pesquisas Ideia Big Data, é por isso que o WhatsApp será a rede social mais influente nas próximas eleições.
 
 
 
 


 


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