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Estado de Minas

Visto eletrônico facilita entrada de americanos no Brasil

O Ministério do Turismo calcula que a medida pode aumentar em 25% o número de visitantes estrangeiros no país


postado em 23/01/2018 12:00 / atualizado em 23/01/2018 09:49

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

A entrada de visitantes dos Estados Unidos no Brasil ficará mais simples a partir desta quinta-feira. Antes, o turista precisava levar toda a documentação para o consulado brasileiro. Agora, com a emissão de vistos eletrônicos, será possível obter o chamado E-visa de forma remota, em até 72 horas, via website (www.vfsglobal.com/brazil-evisa - foto) ou aplicativo para tablets e smartphones. O preço para emitir o documento vai cair de US$ 250 para US$ 40. A iniciativa é importante para o turismo brasileiro, que não consegue decolar apesar de eventos como a Olimpíada do Rio. Os americanos ocupam o segundo lugar no ranking dos estrangeiros que visitam o Brasil, atrás dos argentinos, e o Ministério do Turismo calcula que a medida pode aumentar em 25% o número de visitantes estrangeiros no país. Pergunta relevante: não é o caso de os americanos adotarem a política da reciprocidade e também facilitarem a obtenção de visto por parte dos brasileiros?

A lucrativa diversidade no mercado de trabalho
Um estudo global da consultoria McKinsey mostra que as empresas com maior diversidade de gênero são 21% mais propensas a desfrutar de rentabilidade acima da média do que as companhias homogêneas. No caso da diversidade étnica, o impacto é maior: as companhias mais inclusivas têm 33% mais chances de lucrar acima da média. O que explica isso? “Equipes heterogêneas têm maior capacidade de pensar em soluções criativas para os desafios que surgem”, afirma Heloisa Callegaro, sócia da McKinsey na América Latina.


Boeing intensificará ataques para comprar Embraer
“A Boeing está desesperada para fechar a compra da Embraer.” A declaração é do presidente de uma grande companhia aérea americana, que conhece de perto as negociações. Segundo ele, essa é a única saída para a Boeing enfrentar a recente associação entre a francesa Airbus e a canadense Bombardier. “Sem o casamento com a Embraer, a Boeing ficará para trás na produção de jatos médios (foto).” Segundo o executivo, o negócio sairá ainda no primeiro semestre do ano.

Facebook em queda, Twitter em alta
Quem diria, mas a verdade é que o Facebook, uma das empresas mais poderosas do mundo, está em xeque desde que anunciou mudanças no seu “feed” de notícias. Bom para o Twitter, que viu suas ações dispararem quase 50% na Bolsa de Nova York nos últimos 12 meses. Para analistas americanos, a rede social do pássaro azul é a mais capacitada para roubar usuários da gigante de Mark Zuckderberg. No Brasil, as próximas eleições serão um termômetro do novo jogo de forças das redes sociais.

Rapidinhas
A desativação do segundo maior lixão do mundo, chamado de Estrutural, em Brasília, marcou o início de um sistema mais sustentável na destinação dos resíduos sólidos no país. Isso poderá gerar até R$ 2 bilhões em novos negócios pelos próximos cinco anos. No lugar do despejo de lixo a céu aberto, 16 cooperativas farão a seleção dos materiais, que serão reciclados ou enviados para compostagem.

O grupo suíço Atlas Schindler, um dos líderes mundiais do setor de elevadores e escadas rolantes, usará a passarela Comandante Rolim Amaro, instalada no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, como cartão de visita de suas inovações. Os dois elevadores Schindler 3300 New Edition são os mais modernos produzidos pela empresa no mundo.

O Brasil deverá atrair gigantes globais do mercado de energia em leilões que serão realizados ainda em 2018, segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Barroso. O país já agendou uma licitação para abril, que viabilizará usinas com previsão de operação a partir de 2022.

O conselho de administração da Lojas Renner vai propor aos acionistas na próxima assembleia geral, em abril, a distribuição de 40% do resultado do exercício de 2017, a título de dividendos e juros sobre capital próprio.

US$ 200 milhões
é quanto o frigorífico JBS, dono das marcas Friboi, Seara e Swift, vai embolsar com a venda de uma empresa de confinamento de gado nos Estados Unidos. O negócio faz parte do plano de desinvestimentos da JBS para “efetuar amortizações extraordinárias de dívidas no Brasil”


“A carga tributária brasileira encarece processos e desestimula o investimento estrangeiro. Reduzi-la abriria muitas portas”
Alexandre Birman, dono das grifes Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman e Fiever

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