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Estado de Minas

Enquete da Câmara de BH: 84% são contra fechamento de supermercados aos domingos

A maioria dos que responderam à consulta dos vereadores de BH quer que os supermercados continuem abrindo aos domingos. Faltam 13 dias para terminar a pesquisa


postado em 03/06/2016 12:05 / atualizado em 03/06/2016 12:27

Se o projeto for aprovado definitivamente, os supermercados ficarão fechados domingo(foto: Marina Rigueira EM D.A. Press)
Se o projeto for aprovado definitivamente, os supermercados ficarão fechados domingo (foto: Marina Rigueira EM D.A. Press)

Se depender do cidadão de Belo Horizonte, os supermercados da cidade continuarão funcionando normalmente aos domingos. Faltando 13 dias para o encerramento da enquete feita pelo site da Câmara Municipal sobre o assunto, 87% dos usuários, ou 11.268 cidadãos, disseram não concordar com o projeto de lei que estabelece o fechamento e 16% (2.102) são favoráveis. Até esta sexta-feira, 13.370 pessoas responderam. O projeto foi aprovado em primeiro turno em 18 de abril e teve a tramitação suspensa, diante da polêmica sobre o tema. A retomada deve se dar com o fim da enquete, iniciada em 2 de maio para durar 45 dias.

Segundo o projeto de lei de autoria dos vereadores Wellington Magalhães (PTN), presidente da Câmara, e Preto (DEM), líder do governo, os supermercados e hipermercados que abrissem aos domingos estariam sujeitos a multa diária de a partir de R$ 50 mil. Logo depois de a Câmara lançar a enquete, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) disse ser contra o fechamento dos supermercados. Para ele, o ideal é deixar a decisão a cargo dos empresários. “É preciso dar essa liberdade ao comércio. É o que nós defendemos e externei essa posição ao presidente da Câmara recentemente”, afirmou em maio.

O assunto também está sendo discutido em projeto de lei na Assembleia Legislativa que traria a proibição para todo o estado. Uma audiência pública realizada no Legislativo nesta quinta-feira mostrou que o assunto continua sendo polêmico. Na votação de primeiro turno na Câmara, a proposta foi aprovada com 28 votos. A justificativa de Magalhães para o projeto é que “domingo é o dia reservado para ficar com a família” e o cidadão “também tem direito de ir à igreja”. “Domingo é dia do trabalhador”, afirmou no dia da aprovação.


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