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Estado de Minas

IPC-S fica em 0,27% na 3ª quadrissemana de agosto ante 0,36% na anterior, informa FGV

O grupo alimentação foi o que mais contribuiu para a desaceleração do IPC-S


postado em 24/08/2015 08:37 / atualizado em 24/08/2015 08:56

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,27% na terceira quadrissemana de agosto, informou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,09 ponto porcentual abaixo do registrado na segunda leitura do mês, quando o indicador apresentou alta de 0,36%.

Das oito classes de despesas analisadas, cinco apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Alimentação (de 0,26% para 0,06%), Habitação (de 0,61% para 0,50%), Transportes (de 0,20% para 0,13%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,69% para 0,64%) e Comunicação (de 0,22% para 0,21%).

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (de 0,32% para 0,45%), Vestuário (de -0,34% para -0,30%) e Despesas Diversas (de 0,07% para 0,09%).



O grupo Alimentação foi o que mais contribuiu para a desaceleração do IPC-S. Dentre as cinco classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens hortaliças e legumes (de -4,20% para -7,29%), no grupo Alimentação, tarifa de eletricidade residencial (de 1,89% para 0,61%), em Habitação, automóvel novo (de 0,35% para -0,04%), no grupo Transportes, artigos de higiene e cuidado pessoal (de 1,23% para 1,11%), em saúde e Cuidados Pessoais, e pacotes de telefonia fixa e internet (de 0,20% para 0,10%), no grupo Comunicação.

De forma isolada, os itens com as maiores influências de baixa foram batata-inglesa (de -14,39% para -17,67%), tomate (de -9,89% para -14,19%), cebola (de 1,42% para -5,05%), banana-prata (de -5,46% para -6,33%) e móveis para residência (de -0,76% para -0,85%).

Já os cinco itens com as maiores influências de alta foram refeições em bares e restaurantes (de 0,42% para 0,69%), plano e seguro de saúde (que manteve o ritmo de alta em 0,98%), condomínio residencial (de 0,73% para 0,95%), tarifa de eletricidade residencial (apesar da desaceleração, de 1,89% para 0,61%) e taxa de água e esgoto residencial (de 0,87% para 1,25%).


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