
O monumento reúne de mais de 8 mil homens e cavalos. Em tamanho natural, as peças foram confeccionadas em terracota (argila cozida no forno) e ficam próximas à cidade de Xian.
Há cerca de 40 anos, agricultores da região encontraram as 8 mil peças em uma área perto do mausoléu do imperador. Até hoje arqueólogos trabalham no local, na tentativa de identificar mais obras e de manter a preservação do material, pois terracota é material frágil e suscetível às influências do clima.
Na quarta-feira, a presidenta visitou a Cidade Proibida, em Pequim, outro cartão postal da China, onde está o Palácio Imperial que serviu de residência oficial do imperador. O local é admirado por chineses e estrangeiros não só por sua beleza arquitetônica, mas também pelas grandes dimensões e delicadeza das obras de arte.
A viagem de Dilma à China foi a mais longa ao exterior que a presidenta já fez. Ao completar a visita, terão sido seis dias de atividades. Na passagem por Praga, ela deverá se reunir com o primeiro-ministro tcheco, Petr Necas.
A exemplo da conversa com o primeiro-ministro grego, Georgius Papandreou, Dilma deve tratar de investimentos para a Copa do Mundo de 2014, os Jogos Olímpicos de 2016 e os biocombustíveis, além da crise na economia de parte da União Europeia.
