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Estado de Minas CULTURA

Muquifu abre Circuito Anual com roda sobre resistência quilombola

Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos inicia programação do Circuito Anual neste sábado (18/6); projeto era previsto para 2020, mas foi adiado pela pandemia


20/06/2022 10:00 - atualizado 20/06/2022 11:24

Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos por dentro. O espaço conta com exposição de diversos quadros e objetos históricos de comunidades regionais de Belo Horizonte
Muquifu organiza Circuito Anual com programação cultural entre julho de 2022 e abril de 2023 (foto: Alexsandro Trigger/Muquifu)

O Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu) deu início ao Circuito Anual Muquifu neste sábado (18/6) com a roda de conversa “Quilombos: espaços de resistência”. O evento contou com a presença do Padre Mauro Luiz da Silva, membro do NegriCidade; da antropóloga Fernanda de Oliveira; e da Makota Kidoiale - Cássia Cristina da Silva, liderança quilombola da comunidade Manzo.


O projeto Circuito Anual Muquifu é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e tinha previsão para acontecer a partir de março de 2020, mas foi adiado em decorrência da pandemia da COVID-19.

Este ano, o projeto acontecerá entre junho de 2022 e abril de 2023 com programação presencial no Museu. “São atividades que precisavam ser feitas presencialmente, então, durante a pandemia, resolvemos não seguir com o Circuito. Conseguimos articular com a Prefeitura de Belo Horizonte e com a Secretaria de Cultura, e agora vamos começar a executar”, explica Padre Mauro.

Atividades


O Circuito Anual Muquifu contará com diversas ações que ocorrerão no Museu e em espaços parceiros com programação especial para o público infantil entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023.

Serão realizadas atividades formativas que variam de rodas de conversa e de memória até oficinas e cineclubes com temáticas diversas que dialogam com as propostas do Muquifu, a exemplo de fotografia, literatura, culturas tradicionais e dos Congados e Reinados. A importäncia das plantas medicinais será apresentada em uma das atividades. Cada mês será dedicado a uma área de conhecimento diferente.

O mês de julho já está marcado para a Oficina de Cordel. Serão quatro encontros nos quais os participantes poderão conhecer e produzir literatura de cordel com o educador recifense Cleiton Gos. As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas a partir de um formulário.


A programação completa será divulgada aos poucos por meio das redes sociais do Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos. O uso de máscaras durante as atividades é obrigatório e o Muquifu fornece álcool em gel para o público visitante.
 
*estagiária sob supervisão de Márcia Maria Cruz
 

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