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Estado de Minas

'A usurpadora', inédita na TV brasileira, estreia no SBT/Alterosa

Série é adaptação de novela homônima estrelada por Sandra Echeverría, Andrés Palacios e Juan Martín Jáuregui


06/10/2021 04:00 - atualizado 05/10/2021 23:30

Sandra Echeverría e Andrés Palacios protagonizam a
Sandra Echeverría e Andrés Palacios protagonizam a "A usurpadora" (foto: SBT/Divulgação)

A  série " A usurpadora ”, remake da novela homônima e inédita na TV aberta no Brasil, estreia nesta quarta-feira (6/10), após o capítulo final de “Chiquititas” (21h15) e, a partir de quinta-feira (7/10), após “Carinha de anjo”.  Produzida pela Televisa em 2019, a produção estrelada por Sandra Echeverría, Andrés Palacios e Juan Martín Jáuregui conta a história de Paola Miranda e Paulina Doria, gêmeas idênticas, separadas no nascimento.
A trama começa quando Paola Miranda, embora sempre tenha desejado ser a primeira-dama, agora que tem aquele lugar, ela não consegue se sentir feliz. A relação com o presidente Carlos Bernal é mínima, ela não suporta Emilio,  filho do primeiro casamento de Carlos, e mal consegue se relacionar com Lisette, a única filha que teve com seu atual marido. Ela também acaba de saber que Arcádia Rivas de Miranda não é sua mãe biológica, mas que a adotou.

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Perturbada e querendo saber mais sobre sua família, Paola contrata um detetive particular que descobre um detalhe revelador: Olga Doria, sua mãe biológica, tem outra filha, Paulina Doria. Ela é sua irmã gêmea, que a mãe decidiu manter ao nascer, enquanto Paola foi dada para adoção. Essa descoberta motiva a primeira-dama construir um plano, tão perverso quanto facilitador, para que ela possa deixar todos e começar uma nova vida junto com Gonzalo, seu amante. Ela procurará sua irmã gêmea e a oferecerá para ocupar seu lugar por duas semanas em troca de uma atraente quantia em dinheiro que ela sabe que ajudará Paulina a resolver um grande problema para sua Fundação.

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Iniciada a farsa e no âmbito das comemorações do Dia da Independência, um assassino contratado comete um atentado à sua vida, eliminando assim a "falsa Paola", dando-lhe a liberdade de que a verdadeira Paola precisa para começar uma nova vida. Este ato também constitui uma vingança legítima de Paola contra aquela irmã que se revelou "a escolhida" de sua mãe e a quem ela pensa ter tido a vida feliz da qual foi privada. No entanto, seu plano falha. Paulina sobrevive e passa a viver sua vida como primeira-dama na residência presidencial. Sua personalidade brilhante (tão diferente da de Paola) desperta a admiração de muitos e aos poucos ela começa a participar mais ativamente do mundo da política, tendo como alvo as crianças. Seus laços familiares melhoram a cada dia.  Em Carlos, ressurge o amor pela mulher que ele acredita ser sua esposa e um amor incontrolável surge em Paulina. A partir deste momento, a trama vai se desenrolando com as vilanias da protagonista.



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