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Estado de Minas Conta-gotas

Síndrome da boca seca atinge crianças e tem tratamento

O nome da doença é xerostomia e pode ser sinal de doenças nas glândulas salivares, de diabetes mellitus e da síndrome de Sjögren


22/11/2020 04:00 - atualizado 22/11/2020 08:10

(foto: Pixabay)
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A xerostomia, também conhecida como síndrome da boca seca, pode atingir as crianças por vários motivos, como desidratação, hábito de respirar pela boca, má higiene bucal e ronco.

Em casos quando ocorre queda drástica da salivação, a xerostomia pode ser sinal de doenças nas glândulas salivares, de diabetes mellitus e da síndrome de Sjögren – distúrbio do sistema imunológico caracterizado por olhos secos e boca seca.

Segundo o dentista Maurício Moeira, gerente científico do Laboratório Gross, há, também, a possibilidade de a causa ser efeito colateral de medicamentos ou falta de vitaminas A e do complexo B. Boca seca, dificuldade na fala, na deglutição e degustação dos alimentos, lábios sempre rachados e com aspecto mais seco e mau hálito podem ser sinais de xerostomia.

O tratamento vai depender do que causou o problema. Se for associação com medicamentos, o ideal é tentar substituí-los. Agora, se o motivo for a radioterapia ou doenças sistêmicas, o profissional pode indicar o uso da saliva artificial, que ajuda a lubrificar a cavidade.

(foto: Pixabay)
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Cuidados para pacientes com doenças no sangue

Em tempos de isolamento social para evitar o contágio acelerado da COVID-19, pacientes com doenças graves, como no sangue, devem redobrar os cuidados. Segundo o hematologista Renato Sampaio Tavares, vice-diretor de comunicação da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), é necessário seguir orientações médicas para enfrentar esse momento em segurança.

“Pacientes com doenças sanguíneas são do grupo de risco e precisam seguir o tratamento adequadamente, mesmo nesse momento”, explica. Essas orientações fazem parte da campanha #VidaQueCorreNaVeia, que visa conscientizar a sociedade sobre diferentes doenças hematológicas. São elas:

1. Acompanhamento da doença – É essencial manter a rotina de monitoramento, realizando os exames indicados e observando de perto a doença, para que ela esteja controlada e bem assistida.

2. Adesão ao tratamento – O tratamento tem que ser realizado conforme a orientação médica e não de acordo com uma sensação de bem-estar.

3. Seguir ordens médicas à risca – É fundamental que você escute os profissionais da saúde.

4. Ouvir o próprio corpo – É importante informar ao médico qualquer alteração e estar sempre atento aos sinais que o corpo dá.

Diástase abdominal

A diástase abdominal é um dos grandes medos das grávidas, pois quando a mulher engravida, os músculos se esticam para que o bebê tenha espaço na barriga. Esse estiramento acaba enfraquecendo a musculatura, causando a diástase.

Porém, o que muitas pessoas não sabem é que a diástase pode ter efeitos que vão além da barriga, trazendo disfunções também na região pélvica.

De acordo com Gizele Monteiro, que há 20 anos trabalha com mães e gestantes na prevenção e reversão da diástase abdominal, conforme a barriga vai crescendo, uma diástase acima daquela que é considerada natural e fisiológica vai se desenvolvendo, criando a diástase com lesão.

» Principais queixas: Gases, barriga inchada, sensação de tudo solto por dentro, dificuldade na digestão, desconforto estomacal, escapes de xixi, dor nas costas, quadril, cervical, lombar e pernas, barulho alto na barriga, pele solta e flácida, refluxo (pós-gravidez), hérnia umbilical, entre outras.
»  Complicações: Uma diástase não revertida pode ocasionar problemas para a saúde, como hérnia de disco, problemas na coluna, flacidez da barriga e estrias. É comum também que as mães apresentem quadros de tristeza e depressão.
» O que fazer para reverter a diástase abdominal: É preciso um programa de exercícios especializados para fortalecer toda a musculatura que foi fragilizada durante a gravidez. Também se faz necessário fortalecer o períneo e alinhar a postura.
 

Curso gratuito de bem-estar

A pesquisadora e psicóloga Renata Borja, uma das precursoras da terapia cognitivo-comportamental em BH, lançará segunda-feira (23) o curso gratuito “Semana do autocuidado”, com a proposta de ajudar a acolher as emoções ruins e usá-las em benefício próprio, e melhorar os relacionamentos e comportamentos.

O curso on-line auxiliará os interessados a se organizarem melhor e a fazer uma gestão emocional, equilibrando melhor seu tempo entre as obrigações e os momentos de bem-estar. Durante quatro semanas, a psicóloga abordará os temas tristeza, pensamentos negativos, hábitos negativos – como a compulsão por compras e comida – e vulnerabilidade.

Além de conteúdo e exercícios enviados por e-mail, ao término de cada aula o aluno receberá um plano de ação. Informações e inscrições: (31) 98331-1094.

Atrofia vaginal: mitos e verdades

O público feminino desconhece grande parte das doenças que podem afetar a sua saúde reprodutiva e sexual, além de não entender a fundo as fases pelas quais irão passar, da menarca à menopausa.

A menopausa, por exemplo, costuma vir acompanhada de atrofia vaginal – uma condição decorrente da diminuição na produção de estrogênio, que afeta entre 60% e 80% das mulheres na menopausa. Para ajudar a iluminar o território da atrofia vaginal, Luciano de Melo Pompei, presidente Associação Brasileira de Climatério (Sobrac), esclarece os principais mitos e verdades sobre a condição. Confira:

» Qualquer ressecamento na menopausa é atrofia vaginal: mito. O ressecamento pode ocorrer, também, devido ao tabagismo, medicamentos e tratamentos oncológicos, infecções vaginais e urinárias, além de problemas de natureza psicológica.
» É possível prevenir a atrofia vaginal: verdade. A realização de tratamentos de reposição hormonal pode dificultar o surgimento e manifestações da atrofia vaginal.
» A atrofia vaginal relacionada à menopausa não tem cura: verdade. A mulher na menopausa não volta a produzir esses hormônios, mas é possível realizar um controle para equilíbrio hormonal.
» O lubrificante íntimo ajuda a tratar a atrofia vaginal: mito. O lubrificante é uma substância desenvolvida apenas para possibilitar o ato sexual quando não há lubrificação natural ideal.
 

Riscos de tratamentos estéticos caseiros

(foto: Pixabay)
(foto: Pixabay)

A internet é como um livro de receitas que compartilha orientações sobre os mais variados tratamentos estéticos caseiros, de soluções simples a resultados milagrosos. No entanto, é preciso ficar alerta, já que qualquer método oferece risco à saúde.

“Todo tratamento estético realizado em casa, sem supervisão médica, tem seus riscos, pois cada pele é única e nem sempre o que é bom para uma será para outra”, explica a dermatologista Cibele Tamietti Durães, da Clínica Leger e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Esfoliantes caseiros, o uso de limão como clareador, remoção de pintas e verrugas em casa são alguns dos procedimentos normalmente indicados na internet. Cibele Tamietti alerta para o risco de cada processo.

“Os esfoliantes com grânulos grosseiros podem agredir a pele e escoriá-la. Como consequência, podem aparecer marcas e manchas na pele. Já o limão, além de não clarear a pele, pode deixar resíduos que, expostos à radiação solar, ocasionem queimaduras na pele”, diz.

Quanto à remoção de pintas e verrugas, a dermatologista alerta que há dois principais riscos: uma lesão que aparenta ser inofensiva, mas se tratar de uma lesão maligna ou câncer de pele, e o próprio processo de remoção, que, de forma incorreta, pode causar agressões na pele, dificuldade de cicatrização, manchas e cicatrizes.


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