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Como proteger nossas crianças dos novos medos

A tragédia de Brumadinho criou novos temores. Além de monstros e bruxas, a lama de rejeitos passa a ocupar o imaginário dos pequenos, mesmo daqueles que estão fora da área de risco. O que fazer para minimizar esta angústia?


postado em 07/04/2019 05:07 / atualizado em 07/04/2019 09:05

Acompanhadas de perto pelas mães, crianças brincam enquanto as aulas não retornam no distrito de Macacos(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
Acompanhadas de perto pelas mães, crianças brincam enquanto as aulas não retornam no distrito de Macacos (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

Depois da tragédia de Brumadinho – episódio que abriu para toda a sociedade o problema de risco de rompimento de barragens em diversas cidades de Minas Gerais –, um novo bicho-papão foi introduzido no imaginário infantil: a lama de rejeitos.


Por meio do noticiário de TV, nas redes sociais ou mesmo no diálogo com o coleguinha, crianças e jovens de idades variadas percebem que o mundo pode, sim, desabar em eventos trágicos, e passam a temer aquela possibilidade. O quadro é ainda mais assustador em regiões em que sirenes anunciam a urgência de uma evacuação, cenário atual do vilarejo de São Sebastião das Águas Claras, distrito de Nova Lima mais conhecido como Macacos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde a única escola local segue vazia por decisão da maioria dos pais que têm filhos matriculados lá. A justificativa é proteger as crianças de uma situação de risco. Mesmo na capital, o zum-zum-zum provoca insegurança e questionamentos. A pergunta “Mamãe, a lama vai chegar aqui em casa?” passou a ser cada vez mais frequente.

PROTEÇÃO Neste cenário de tensão e alerta, o Bem Viver foi a campo para saber o que pais, educadores e especialistas podem fazer em relação ao medo infantojuvenil. Como abordar situações difíceis com as crianças? Como protegê-las do risco e das consequências de um trauma?


Nesse contexto, a necessidade de dizer a verdade é alternativa apontada como o melhor caminho. Mas é preciso agir de acordo com a idade do menor e também mostrar que, mesmo diante da dor, uma situação adversa também traz sentimentos positivos, como esperança e solidariedade.


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