O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) não apenas estabeleceu um novo recorde nacional de votação, com 3.119.318 votos, como também foi decisivo na eleição de outros cinco deputados federais e 18 parlamentares estaduais.

Em São Paulo, Lucas Pavanato (PL-SP) obteve 3.038.438 milhões de votos e se tornou o segundo deputado mais votado da história, atrás apenas do próprio Nikolas. No Ceará, André Fernandes (PL-CE) foi reeleito com 684 mil votos, sendo o mais votado do estado, onde Carmelo Neto (PL) também foi eleito.

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Lucas Polese (PL) foi o candidato com mais votos no Espírito Santo, somando cerca de 420 mil. Já Guilherme Kilter (Novo) recebeu aproximadamente 270 mil votos e foi o segundo mais votado do Paraná, ficando atrás apenas de Jeffrey Chiquini.

Bancadas estaduais

Nikolas também impulsionou Eduarda Campopiano (PL) a quebrar o recorde de votação para uma mulher na Assembleia Legislativa de São Paulo, com 1,9 milhão de votos.

Pablo Almeida (PL), ex-assessor do deputado, elegeu-se em Minas Gerais com 227 mil votos. Ele já havia sido o vereador mais votado da história de Belo Horizonte em 2024. A assembleia mineira contará ainda com Pedro Luiz (PL-MG) e Marcelo Heitor (PL-MG).

O deputado comemorou a eleição de sete dos nove candidatos que apoiou para a Assembleia de Minas Gerais. No Paraná, Paulo Melo (PL) se tornou o mais votado para a assembleia estadual, com 192 mil votos, enquanto Ana Campagnolo (PL-SC) foi a mais votada ao se reeleger em Santa Catarina, com 387 mil votos.

Outros nomes que contaram com o apoio de Nikolas foram:

  • Felipe Sertanejo (PL) em São Paulo;

  • Júlia de Castro (PL) no Rio de Janeiro;

  • Cabo Bebeto (PL) em Alagoas;

  • Thiago Medina (PL) em Pernambuco;

  • Ulysses Moraes (Podemos) no Mato Grosso;

  • Estefane Sampaio (Republicanos) no Distrito Federal;

  • Marquinho (PL) em Goiás;

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  • Daverson Matos (PL) no Mato Grosso do Sul.

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