Brasileiros na Nova Zelândia são os primeiros a votar neste segundo turno
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os 918,9 mil eleitores brasileiros pelo mundo estão espalhados por 186 cidades
compartilhe
Brasileiros que vivem na Nova Zelândia são os primeiros a depositarem seus votos neste segundo turno das eleições 2026. Foram abertas às 16h deste sábado (de Brasília) as cinco seções de Wellington, capital neozelandesa. Há 3,1 mil eleitores aptos a votar por lá.
Fique por dentro das notícias que importam para você!
Leia Mais
A votação no exterior respeita o horário local, com as seções abertas às 8h e encerradas às 17h. O Brasil tem 918,8 mil eleitores aptos a votar em seções fora do país. Os eleitores que estão no exterior podem votar apenas para presidente.
As seções de São Francisco, Los Angeles (ambas nos Estados Unidos) e Vancouver (Canadá) serão as últimas a serem abertas e encerradas. Essas localidades estão 4 horas atrás do horário de Brasília.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os 918,9 mil eleitores brasileiros pelo mundo estão espalhados por 186 cidades. O maior posto de votação é em Lisboa, capital de Portugal, onde há 78 mil brasileiros registrados para votar. A capital portuguesa é seguida por Boston, nos Estados Unidos, e Porto, também em Portugal.
Com 265 mil eleitores registrados, os Estados Unidos têm o maior número de brasileiros aptos a votar. Portugal conta com 134 mil eleitores brasileiros, e o Japão, 88,3 mil. Na outra ponta, tanto na Coreia do Norte quanto em Bangladesh há somente um eleitor brasileiro registrado para votar.
Leia Mais
Há quatro anos, 697 mil brasileiros ao redor do mundo estavam registrados para votar. O contingente cresceu mais de 30% desde as últimas eleições, chegando à máxima histórica desde quando os dados passaram a ser computados, em 2010.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
O eleitorado no exterior é marcado por altas taxas de abstenção. No primeiro turno, 63% dos eleitores registrados ao redor do mundo não foram votar. Em 2022, o índice foi de 51%, enquanto em 2018 e em 2014, a abstenção chegou a 59%.