Mínimo seria de R$ 900 sem reajuste, diz Lula; Flávio promete manter aumento
Lula criticou gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela falta de reajuste do salário mínimo. Flávio critica endividamento e impostos, e diz que vai reajustar o mínimo
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidatos ao Planalto, debateram nesta sexta-feira (23/10) sobre a política envolvendo o salário mínimo. Lula criticou a política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando não houve reajuste. Flávio, por sua vez, prometeu manter o aumento acima da inflação e criticou o endividamento atual, atribuindo-o ao governo atual.
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"Se não fosse os governos do PT, Lula e Dilma, se a gente não estivesse reajustando o salário acima da inflação, sabe quanto seria o salário mínimo, por conta do seu pai e do (Michel) Temer, que não aumentaram? Seria de R$ 900", declarou Lula durante debate promovido pela TV Globo.
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Lula citou ainda que o programa econômico de Flávio é baseado em propostas do presidente da Argentina, Javier Milei, que aumentou o salário mínimo consideravelmente abaixo da inflação que atinge o país vizinho.
Flávio promete reajuste
Flávio, em resposta, mencionou a alta carga tributária. "Não adianta nada você dar um salário mínimo de R$ 1.621 se você dá com uma mão e tira com nove dedos", rebateu o senador. Ele afirmou que, com a reforma tributária, o Brasil terá o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) mais alto do mundo.
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"Por que as coisa estão tão caras? Em quatro anos de governo, você consegue comprar mais ou menos com o seu salário? Então, não adianta nada você querer reajustar o salário mínimo. E eu vou ajustar o salário mínimo acima da inflação, para combater sua fake news", disse Flávio.