ELEIÇÕES 2026

Após ação de Lula, Meta remove sete perfis irregulares e cita falha técnica

Em manifestação ao TSE, a Meta negou que seus algoritmos favoreçam ou prejudiquem candidaturas. Secretário de Comunicação do PT cobra mais esclarecimentos da empresa

Publicidade
Carregando...

Em resposta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Meta informou nesta terça-feira (13/10) ter removido sete perfis irregulares e afirmou que o bloqueio indevido de anúncios da campanha de Lula e o erro na contagem de visualizações em posts da campanha se tratavam de falhas em seus sistemas. A ação foi movida pela Coligação Brasil Pronto pra Mais, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

No documento, a empresa repudiou categoricamente qualquer suspeita de manipulação para favorecer candidaturas.

Sobre a desativação indevida da conta de anúncios da campanha de Lula, em 23 de setembro, a empresa afirmou que isso ocorreu devido à suspeita de simulação de um programa social do governo. O documento informou que a suspensão temporária da conta de anúncios durou pouco mais de uma hora.

Segundo o documento encaminhado ao ministro Marco Aurélio Bellizze, a falha técnica na contagem de visualizações dos Reels do Instagram, em 7 de outubro, não ocorreu apenas no Brasil. Foi um erro técnico global na exibição da métrica, que afetou criadores em mais de 100 países.

A coligação havia levado à Justiça informações sobre uma suposta rede de 255 contas associadas à disseminação de conteúdos e práticas de desinformação. Em resposta, a Meta afirmou ter analisado 35 perfis identificáveis no material citado na ação e informou ter desativado sete, sendo seis por reincidência em violações e um por identidade enganosa.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou que a Meta não esclareceu quantas contas irregulares permanecem ativas e se essas falhas técnicas criam desequilíbrio na disputa eleitoral. “A opacidade das respostas e a falta de transparência na gestão destas redes seguem como uma falta da empresa e como um desafio para a Justiça Eleitoral e a sociedade brasileira como um todo”, publicou.

*Estagiária sob supervisão de Rafaela Gonçalves 

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay