O candidato ao governo de Minas Cleitinho Azevedo (Republicanos) não quis comentar a acusação do governador Mateus Simões (PSD), de pagamento de propina no valor de R$10 milhões feito pelo deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), aliado de Cleitinho. Em visita ao Mercado Central, nesta quarta-feira (30/9), Azevedo se limitou a dizer que é o governador e candidato à reeleição que tem que falar sobre o assunto. “O Mateus que tem que falar, mostrar a prova”, afirmou.
A acusação de Simões foi feita durante embate entre os dois candidatos no debate da TV Globo, na noite dessa terça-feira (29/9). Na ocasião, Cleitinho afirmou não ter relação com eventuais irregularidades cometidas por aliados e defendeu que qualquer suspeita seja investigada.
Cleitinho também avaliou a participação no debate dessa terça-feira (29/9), como positiva. “Temos a oportunidade de falar para um público que, às vezes, que não está, frequentemente, falando de política.”
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Ele reclamou apenas do horário em que o encontro dos candidatos ocorreu. “Começamos às 22h15 e acabamos quase meia-noite e meia. O povo já está revoltado com política, acredito que muita gente não fica até esse horário para ouvir político falar. Quem ficou ali é quem gosta. Acaba que esse alcance que precisamos ter com outras pessoas, não conseguimos.”
Sobre a proposta de criar uma Cidade Administrativa no Vale do Jequitinhonha e governar a partir da região, também feita durante o debate da TV Globo, Cleitinho disse que os recursos podem vir da iniciativa privada.
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“Não precisa ser com dinheiro público. O que quero mostrar é trazer investimento para uma área mais carente. O Vale do Jequitinhonha, assim como o Norte de Minas, merece. Quero fazer nessa região, para mostrar a grandeza e a riqueza do vale. É um vale que prospera. Fazendo isso, trazemos a atenção do investidor para essa região e é isso que vou fazer.
