No JN, Caiado critica vaidade, mas fala em ter o "país todo na mão"
Candidato à Presidência disse que 'pisa na vaidade' todo dia cedo
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O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), em entrevista ao Jornal Nacional nessa terça-feira (25/8), defendeu que os governantes não devem ter ego ou vaidade para governar. O candidato chegou a dizer que "pisa na vaidade" todos os dias. No entanto, em outro trecho da entrevista, o candidato deu outra declaração que ele não se revelou tão sem vaidade assim.
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Ao ser questionado pelos entrevistadores César Tralli e Renata Vasconcellos sobre a reforma da Previdência, Caiado criticou o que chamou de "iluminados", referindo-se a especialistas que, segundo ele, impõem soluções sem diálogo. Foi nesse momento que o candidato destacou sua rotina para se manter humilde e criticar o excesso de ego no poder.
"Iluminado é a pessoa que não resolve. Em primeiro lugar, o iluminado ele tem, ele é tomado pela vaidade. Eu, todo dia cedo, faço minha oração, peço a Deus para me guiar e piso na vaidade. Todo dia cedo eu piso na vaidade. Piso na vaidade. A pessoa quando é vaidoso, ele não ganha eleição, ele não governa. O governante, ele tem que ter humildade para chamar as pessoas todas, buscar as boas ideias", afirmou Caiado.
Minutos antes, no entanto, ao detalhar seus planos para a segurança pública, o candidato fez uma declaração que não aparenta ter toda essa virtude.
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Ao discutir a criação de uma nova força de segurança nacional, Caiado descreveu um cenário de amplos poderes para sua gestão, com o objetivo de enfrentar o narcotráfico e a lavagem de dinheiro.
"Já pensou eu com o país todo na mão, em termos uma parceria com a justiça brasileira e atacando cada um dos pontos, os depósitos todos, essas fintechs que estão aí, essas bets esquentando dinheiro desse caixa dois, o quanto que eu não vou me avolumar para ter esse caixa para fazer o combate (ao narcotráfico) e ao mesmo tempo eu vou criar uma polícia que essa polícia vai poder entrar desde que esteja tratando de de contrabando de armas, de lavagem de dinheiro, drogas, você não precisa ter limite, você vai passar para os outros países e eles também terão toda a liberdade de adentrar o Brasil".
Momentos antes, ao ser questionado sobre como ficariam as atribuições da Polícia Federal e das Forças Armadas com a criação da força de segurança transnacional, Caiado já havia encarnado ‘O Estado sou eu’ ao dizer que não abria mão de comandar as Foarças Armadas brasileiras.
"As Forças Armadas estão sobre o comando do presidente da República. Presidente da República é comandante em chefe das Forças Armadas. Isso eu não abro mão, tá certo? Isso eu não abro mão. Quem é o comandante das forças armadas? É Ronaldo Caiado."
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.