O Republicanos anunciou, nesta quarta-feira (29/7), que o senador Cleitinho Azevedo não será o candidato do partido ao governo de Minas Gerais. A confirmação ocorre poucos dias depois da ausência na convenção estadual da sigla, no sábado (25/7), evento que havia ampliado as especulações sobre uma possível desistência.
Segundo a nota divulgada pela legenda, a incerteza de Cleitinho foi determinante para a decisão. “Uma candidatura exige, antes de tudo, a decisão firme de quem pretende disputá-la. Tal decisão nunca aconteceu. Esse compromisso jamais pode ser substituído por sinais contraditórios, sucessivos recuos ou indefinições que acabam comprometendo a construção de um projeto coletivo”, escreveu a direção da sigla.
"A ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos – apesar das justificativas pessoais – representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis. Diante da falta de confirmação de sua candidatura, partidos aliados precisaram tomar decisões e reorganizar seus caminhos, como é natural em qualquer processo eleitoral. O partido trabalhou duro para que essa candidatura pudesse acontecer. O que faltou foi a decisão inequívoca de quem deveria ser, em primeiro lugar, candidato de si mesmo", disse o partido.
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Líder nas pesquisas de intenção de voto, como aponta o levantamento da Quaest/Genial de 28 de julho, a ausência de Cleitinho na disputa reconfigura as alianças.
Agora, os partidos aceleram as articulações para o registro oficial da candidatura, que deve ser feito até o prazo final de 5 de agosto.
Leia a nota na íntegra
O Republicanos de Minas Gerais, por meio do seu presidente, deputado Euclydes Pettersen, afirma que sempre tratou com entusiasmo, respeito e seriedade a possibilidade de o senador Cleitinho Azevedo disputar o Governo pela legenda. Este entusiasmo, porém, não foi correspondido até o dia da Convenção Estadual, ocorrida dia 25 de julho.
Durante meses, o partido manteve diálogo aberto, ofereceu as condições políticas necessárias, atraiu partidos aliados e aguardou uma definição clara do senador. Em razão dessa expectativa, diversas decisões estratégicas foram postergadas, justamente para preservar a viabilidade de sua eventual candidatura.
Entretanto, uma candidatura exige, antes de tudo, a decisão firme de quem pretende disputá-la. Tal decisão nunca aconteceu. Esse compromisso jamais pode ser substituído por sinais contraditórios, sucessivos recuos ou indefinições que acabam comprometendo a construção de um projeto coletivo.
A ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos – apesar das justificativas pessoais – representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis. Diante da falta de confirmação de sua candidatura, partidos aliados precisaram tomar decisões e reorganizar seus caminhos, como é natural em qualquer processo eleitoral.
O partido trabalhou duro para que essa candidatura pudesse acontecer. O que faltou foi a decisão inequívoca de quem deveria ser, em primeiro lugar, candidato de si mesmo.
O Republicanos respeita a trajetória e o mandato do senador Cleitinho Azevedo, mas também tem o dever de conduzir seu projeto político com responsabilidade, previsibilidade e respeito aos candidatos a deputados federais e estaduais, seus filiados, aliados e à população mineira.
Os fatos falam por si. O partido esteve pronto. A candidatura, porém, nunca foi formalmente assumida por quem deveria liderá-la.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
