ELEIÇÕES 2026

‘Pilili’: TSE lança mascote da Justiça Eleitoral

Personagem será usado em materiais educativos sobre a importância do voto e da escolha consciente

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou a “Pilili”, uma personagem inspirada na urna eletrônica, para ser a mascote oficial da Justiça Eleitoral nas eleições de 2026. No pleito deste ano serão escolhidos  presidente da República, senadores, governadores, deputados federais e estaduais. A divulgação foi feita nessa segunda-feira (4/5), no aniversário de 30 anos do símbolo da modernização do processo democrático no Brasil.

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Segundo o TSE, o nome foi escolhido para simular o som emitido pela máquina quando se clica em “confirma”, após a finalização do voto.

De acordo com o Ministério, a personagem não tem gênero definido, uma vez que “nasceu da inspiração de uma máquina”, e representa neutralidade sem estereótipos. Sua criação começou em 2023 a partir de uma proposta da Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb) da Secretaria de Comunicação e Multimídia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A personagem se assemelha ao Zé Gotinha, personagem usado para incentivar a vacinação no país, principalmente em meio ao público infantil. Ele foi criado em 1986 pelo artista plástico Darlan Rosa e começou a estrelar as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde a partir de 1988.

Assim como o papel de Zé Gotinha, Pilili irá participar ativamente como porta-voz da Justiça Eleitoral em propagandas em defesa do voto e escolha consciente, de forma interativa, apesar de não ter voz: ela se comunica com gestos e de forma gráfica, com textos em legendas e balões gráficos de voz em animações, publicações, infográfcos e demais produções educativas.

Além disso, a previsão é que ela participe de festas juninas e outras festividades, sempre com a incorporação de acessórios que representem costumes e culturas de cada região do país. 

“Imparcial, confiável e segura, ela não tem preferência por ideologia ou partido. A bandeira dela é a da democracia”, definiu a pasta.

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Nas redes sociais, enquanto algumas pessoas escreveram que a mascote é “importante para este momento da democracia”, outras criticaram a escolha do nome. “Conhecer o Brasil profundo e entender que o Pilili foi criado no exato ano do escândalo da “Peleleca”. Nós temos os melhores roteiristas do mundo”, ironizou uma pessoa, fazendo menção a mensagens divulgadas entre o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e sua ex-namorada. “PILILI? galera do marketing, senta aqui, precisamos conversar, sério”, dizia outra publicação.

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