Ex de Vorcaro diz que vazamento de mensagens íntimas foi cortina de fumaça
Martha Graeff voltou a negar ter conhecimento sobre as supostas fraudes cometidas pelo ex-noivo
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A influenciadora Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro Daniel Vorcaro, se pronunciou nesta quarta-feira (8/4) sobre a troca de mensagens vazada publicamente no último mês. Ela afirmou que foi “linchada” e avaliou que a veiculação de conversas privadas foi uma cortina de fumaça.
Graeff voltou a negar ter conhecimento sobre as fraudes supostamente cometidas pelo ex-noivo, que era dono do Banco Master. O casal terminou em novembro do ano passado, quando ele foi preso pela primeira vez.
“Estava tudo bem até as coisas começarem a sair na imprensa. Foi aí que eu comecei a entender junto com todo mundo. Na época, ele não era uma pessoa investigada. Muita gente pergunta: 'Nossa, mas ela não sabia?'. Não, eu não sabia. Como ninguém mais sabia. Nem as pessoas daquele meio, os órgãos reguladores, os clientes…”, disse, em vídeo divulgado no Instagram.
Ela destacou que não está sendo acusada nem investigada e afirmou que tem o patrimônio “idêntico” ao de dois anos atrás, antes de começar o relacionamento com Vorcaro.
Graeff contou que começou a se relacionar com o banqueiro quando estava “em pedaços” após se divorciar: “Foi quando comecei a receber aquele amor, aquele afeto, aquela atenção. Eu achava que nunca mais fosse amar, e para mim foi um momento tipo: 'agora posso me entregar de novo, agora vou confiar”. Também contou que Vorcaro foi “um carinho” com sua família e amigos.
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Mensagens
Ela explicou que mora fora do Brasil e viveu um relacionamento à distância: “Talvez por isso tantas mensagens no Whatsapp", refletiu. Mas criticou a divulgação das conversas privadas.
“Sobre o vazamento ilegal de mensagens íntimas entre uma mulher e o namorado, isso foi uma atrocidade. Isso foi uma covardia. E foi para desviar o foco de quem realmente importava, de quem deveria estar respondendo por coisas que fizeram. E colocaram o foco em quem? Em uma mulher que não tinha nada a ver com essa situação”, desabafou.
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Apesar de não citar termos como “machismo” ou “misoginia”, Graeff disse que o caso “poderia ter acontecido com qualquer outra mulher”, criticando a violência de gênero. “Eu fui linchada. Eu fui vulgarizada. Eu sofri uma violência sem tamanho, sem precedentes”.