Lula sobre candidatura à Presidência: ‘Impedir que fascista governe o país’
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concorre ao seu quarto mandato na presidência da República nas eleições de 2026
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) justificou a intenção de um quarto mandato no Palácio do Planalto para “impedir que um fascista volte a governar esse país”. A afirmação foi feita em entrevista conjunta ao Brasil 247, Revista Fórum e DCM, na manhã desta terça-feira (14/4).
Na conversa, Lula afirmou que sua candidatura quer dar continuidade a políticas públicas iniciadas, mas também tem relação com a circunstância política e a conjuntura do país.
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“Primeiro, porque nós temos um legado nesse país, em que eu tenho muito orgulho das coisas que nós fizemos em todos os nossos mandatos. Segundo, porque é um compromisso moral, ético e jurídico, até cristão, não permitir que um fascista volte a governar esse país”, afirmou.
O presidente candidato à reeleição argumentou que “a democracia custou muito caro” para quem atuou na derrubada do regime militar. Ele comentou sobre a eleição de Dilma Rousseff (PT), que foi a primeira presidente mulher do país, destituída da cadeira presidencial em seu segundo mandato com um impeachment.
“Você tem um golpe de Estado para cair na mão de um fascista. Nós não podemos permitir que isso aconteça no Brasil, nós temos o direito de brigar”, afirmou. Depois da destituição de Dilma, o então vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumiu o poder.
Lula também argumentou que está bem “fisicamente e politicamente”, com “saúde muito bem preparada” e motivação para um segundo mandato consecutivo. “Tem muita coisa para fazer para o Brasil”, finalizou.
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Nova pesquisa divulgada pela Futura/Apex nesta terça-feira (14/4) mostra Lula como líder das intenções de voto em cenários de segundo turno contra os ex-governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). No entanto, em um cenário estimulado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o levantamento aponta uma possível vitória do bolsonarista sobre o petista.