Gleidson Azevedo no centro do xeque-mate eleitoral
Mudança de partido do ex-prefeito de Divinópolis fortalece Cleitinho, enfraquece o Novo e redesenha alianças rumo a 2026 em Minas Gerais
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A saída de Gleidson Azevedo do Novo rumo ao Republicanos, no fim da janela partidária, reorganizou as articulações políticas em Minas e acendeu um alerta na legenda.
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Nos bastidores, cresce a preocupação de que o partido perca espaço e até deixe de ser considerado na chapa do governador Mateus Simões (PSD) à reeleição. O Novo trabalhava com a indicação do vice, com Fernanda Pereira Altoé e o próprio Gleidson como opções. Sem ele, a sigla perde força política e capacidade de negociação.
Gleidson Azevedo: 'Despreparado não ganha eleição com 80% de aprovação'
No Republicanos, o movimento fortalece o entorno do senador Cleitinho Azevedo. Gleidson passa a atuar na articulação de um bloco mais amplo para 2026. Nesse momento, outra matemática começa a avançar.
A aproximação ocorre em duas frentes: pela federação União-PP, com Marcelo Aro; e pelo PL, com Domingos Sávio, ambos com movimentações voltadas ao Senado.
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O movimento reduz a fragmentação entre partidos do mesmo campo e amplia a base em torno da pré-candidatura de Cleitinho ao governo.