O deputado estadual pelo estado de São Paulo Gil Diniz (PL) incluiu o sobrenome “Bolsonaro” à identificação própria na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Ele, que é vice-presidente da Comissão dos Direitos Humanos no órgão, escolheu o nome em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e é pré-candidato do partido ao Senado.
Segundo ele, a nova identificação não é uma forma de fazer “politiqueira” ou uso indevido do nome de Jair, mas “marcar posição de que defende o presidente Bolsonaro e sua família”.
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O parlamentar alegou ainda que adotou o sobrenome como resposta a um desafio de que bolsinaristas colocassem o sobrenome de Bolsonaro no nome, assim como “petistas colocaram Luis Inácio no nome quando Lula foi preso”.
Agora identificado como “Gil Diniz Bolsonaro”, o parlamentar aproveitou o pronunciamento para fazer uma crítica aos apoiadores do ex-presidente, que não declararam apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial.
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“Aos oportunistas que foram eleitos lá atrás surfando na onda Bolsonaro, quando eram pequenininhos se arrastavam, eram ‘bolsonaristas de corpo e alma’. Alguns chegavam a dizer que ‘eram mais Bolsonaro que os próprios filhos do presidente Bolsonaro’ e que hoje se escondem, não falam nada, não dão apoio público à indicação do presidente Bolsonaro. Tá todo mundo vendo, seus covardes”, argumentou.
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A definição do PL ao Senado é considerada uma peça-chave no bolsonarismo, de modo a aumentar a presença na Casa em meio a pedidos de impeachment de ministros da Corte do Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Gil Diniz Bolsonaro (PL-SP), são cotados para as cadeiras disponíveis Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Hélio Lopes (PL-RJ) e Altineu Côrtes (PL-RJ).
