ATO OBSCENO

Assessor de deputado se masturba em janela de prédio e é afastado do cargo

Homem de 34 anos foi flagrado por vizinhos, que o denunciaram à polícia. Deputado afirma que servidor passa por tratamento psiquiátrico

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O assessor parlamentar Camilo Bueno Rodovalho, de 34 anos, foi denunciado pelos vizinhos depois de se masturbar apoiado na tela de proteção de uma janela de seu apartamento, no último sábado (6/12) em um condomínio em Goiânia (GO). O homem, que é advogado e trabalha com o deputado estadual Mauro Rubem (PT-GO), estava dentro da própria casa, mas foi visto por moradores da região praticando ato obsceno. 

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Segundo relatos, o comportamento pôde ser visto da área comum do edifício, gerando constrangimento entre os moradores e risco de exposição, especialmente para crianças e adolescentes que estavam no local. Indignados, moradores registraram imagens do episódio e encaminharam denúncia à Polícia Civil de Goiás.

O caso passou a ser investigado como ato obsceno, conduta definida pelo Código Penal como ofensiva à moral e ao pudor, capaz de ferir a sensibilidade pública. Apesar de ter ocorrido dentro do quarto do assessor, a possibilidade de visualização por terceiros ampliou a repercussão e aumentou o desconforto entre os vizinhos.

A Polícia Civil informou que o registro foi formalizado e que um procedimento investigatório foi instaurado na 8ª Delegacia de Polícia de Goiânia, responsável pelas diligências e apuração dos fatos.

O Estado de Minas tentou entrar em contato com Camilo. No entanto, até o momento, não obteve resposta. O espaço permanece aberto para quaisquer manifestações.

Assessor foi afastado

Em nota, o deputado Mauro Rubem informou que convocou o assessor para uma reunião no mesmo dia em que soube do ocorrido. Ele afirmou que Rodovalho está em tratamento psiquiátrico e foi afastado de todas as atividades do gabinete.

“Lamento profundamente o ocorrido. Quanto à responsabilização, ressalto que cada indivíduo responde por seus próprios atos. Esclareço ainda que, no ambiente de trabalho, o servidor nunca apresentou conduta inadequada ou incompatível com suas funções”, diz o comunicado assinado pelo deputado.

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Portais locais de notícias afirmam que o advogado admitiu ter praticado ato obsceno e a atribuiu a um adoecimento psicológico. Ele ainda apresentou laudos à Assembleia Legislativa de Goiás que atestam Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) e Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

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