O cantor D4vd, de 21 anos, olhou fixamente para as fotos do corpo desmembrado da adolescente Celeste Rivas Hernandez durante uma audiência preliminar de seu julgamento. As imagens, exibidas pela promotoria do estado da Califórnia, mostravam os restos mortais da jovem de 14 anos.
Segundo a revista "People", o músico não demonstrou emoção visível enquanto observava cada registro. Ele pareceu olhar com mais intensidade para uma foto da mão direita da vítima, que tinha a frase "Shhh..." escrita no dedo indicador.
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A reação dos pais de Celeste Rivas, que estavam presentes na sessão em Los Angeles, foi de horror. O jornal "New York Post" relatou que eles foram vistos chorando ao serem expostos às imagens da filha mutilada.
Entenda o caso
D4vd está preso sob a acusação de assassinar Celeste a facadas em 23 de abril de 2025, dois dias antes do lançamento de seu primeiro disco. Os investigadores acreditam que o crime foi motivado pela tentativa de impedir que o relacionamento entre eles se tornasse público.
Os promotores afirmam que, após o assassinato, o cantor comprou online uma pá, duas motosserras, sacos de lixo reforçados e uma piscina inflável. A piscina teria sido usada para desmembrar o corpo da vítima sem sujar o chão da garagem.
O processo aponta que D4vd usou o celular da adolescente após sua morte para encobrir o crime. Câmeras de segurança também mostraram que ele foi a última pessoa a dirigir o carro onde os restos mortais de Celeste foram encontrados.
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A jovem conheceu o músico quando tinha 11 anos e iniciou um relacionamento com ele aos 13. Mensagens de texto revelaram uma discussão entre os dois na noite anterior à data apontada como a de sua morte.
O detetive Joshua Byers, do Departamento de Polícia de Los Angeles, testemunhou sobre a descoberta do corpo em 8 de setembro de 2025. Os restos mortais de Celeste, que estava desaparecida desde abril de 2024, foram achados no porta-malas do Tesla de D4vd em estado avançado de decomposição.
O artista é acusado de homicídio, abuso sexual contínuo de uma criança menor de 14 anos e mutilação ilegal de restos mortais. Ele enfrenta uma sentença de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional ou a pena de morte. O Ministério Público do Condado de Los Angeles ainda não decidiu se pedirá a pena capital.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
