O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) participou da Operação Swatting na manhã desta quinta-feira (1º/10), uma ação deflagrada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e pela Polícia Civil catarinense.
A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte (MG) e em Gastão Vidigal (SP). O objetivo era apurar ameaças feitas por meio de plataformas digitais.
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As investigações apontam que dois adolescentes, residentes em Minas Gerais e São Paulo, são suspeitos de criar e usar perfis falsos. Com eles, os jovens enviavam ameaças e as atribuíam a terceiros.
Segundo os elementos apurados, a prática buscava provocar a atuação das forças de segurança contra pessoas inocentes. Durante a ação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia para dar prosseguimento às investigações.
Além do Grupo Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber) do MPMG, a operação teve apoio do Laboratório de Inteligência Cibernética da Polícia Civil de Santa Catarina (CyberLab), do Cyber Gaeco do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Militar paulista. A investigação tramita sob sigilo.
Swatting
O nome da operação faz referência à prática conhecida como swatting. Ela consiste em acionar autoridades com informações falsas para provocar a mobilização de forças de segurança contra vítimas inocentes.
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No caso investigado, a suspeita é que os jovens usavam perfis falsos para atribuir ameaças a outras pessoas, induzindo a polícia a tomar medidas contra elas.
