O "Atlas da Violência 2026", divulgado recentemente, revela um cenário alarmante: seis dos dez municípios com as maiores taxas de homicídios em Minas Gerais estão localizados na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que concentra metade do ranking estadual. O levantamento, que considera dados de 2023 e 2024 para cidades com mais de 100 mil habitantes, destaca uma forte concentração da criminalidade letal no entorno da capital mineira.

O que revela o Atlas da Violência 2026?

O estudo aponta que Minas Gerais registrou o maior aumento de homicídios do país, com uma alta de 25% entre 2023 e 2024, saltando de 2.961 para 3.949 mortes violentas. Além disso, o estado se destaca negativamente pelo crescimento nos chamados "homicídios ocultos", mortes registradas inicialmente sem causa definida, mas consideradas possíveis homicídios pelo levantamento. A pesquisa mostra que a violência letal se concentra geograficamente, com Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, liderando o ranking estadual e figurando na 33ª posição nacional.

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Quais são as 10 cidades mais violentas de Minas?

A lista, baseada na taxa de homicídios por 100 mil habitantes, é liderada por Governador Valadares. A presença dominante de seis cidades da Grande BH no topo do ranking estadual acende um alerta para a necessidade de ações coordenadas de segurança na região. Confira o ranking completo abaixo:

  1. Governador Valadares — 45,8 homicídios por 100 mil habitantes

  2. Ribeirão das Neves — 42,3 homicídios por 100 mil habitantes (Grande BH)

  3. Teófilo Otoni — 35,8 homicídios por 100 mil habitantes

  4. Betim — 35,2 homicídios por 100 mil habitantes (Grande BH)

  5. Ubá — 34,5 homicídios por 100 mil habitantes

  6. Sabará — 34,3 homicídios por 100 mil habitantes (Grande BH)

  7. Vespasiano — 32,2 homicídios por 100 mil habitantes (Grande BH)

  8. Ibirité — 31,9 homicídios por 100 mil habitantes (Grande BH)

  9. Itabira — 29,7 homicídios por 100 mil habitantes

  10. Contagem — 29,1 homicídios por 100 mil habitantes (Grande BH)

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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