A compra de um pijama infantil de R$ 49,90 terminou em caso de polícia na quarta-feira (10/6), depois que um casal usou uma nota falsa de R$ 200 para pagar o produto em uma loja do Bairro Padre Eustáquio, na Região Noroeste de Belo Horizonte. Segundo comerciantes da região, os suspeitos já seriam conhecidos por tentar repassar cédulas falsas em outros estabelecimentos.
O caso ocorreu em uma unidade da ARR Comércio de Pijamas. De acordo com o proprietário, um homem de 56 anos e uma mulher de 37 entraram na loja, escolheram um pijama infantil e entregaram a nota falsa no momento do pagamento, recebendo o troco normalmente.
Inicialmente, nada chamou a atenção. O filho do comerciante, responsável pelo atendimento, conferiu a cédula e concluiu a venda sem notar qualquer irregularidade.
Apesar disso, ele continuou desconfiado da autenticidade da nota. Ao analisá-la novamente, desta vez com o auxílio de uma funcionária da loja, constatou que a cédula era falsa.
Após ser informado sobre a situação, o proprietário saiu à procura do casal, mas não conseguiu localizá-lo.
Durante as buscas, o comerciante recebeu relatos de que os mesmos suspeitos tentavam repassar a nota falsa em outros estabelecimentos do bairro. A informação circulou rapidamente entre lojistas em grupos de WhatsApp usados para alertas de segurança.
Segundo a Polícia Militar, comerciantes da região já conheciam a prática de circulação de notas falsas, o que ajudou na identificação dos suspeitos.
A ocorrência foi registrada, e os dados do homem e da mulher foram repassados às autoridades. Apesar de identificados, eles ainda não haviam sido localizados até o fim da ação policial.
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A nota falsa foi recolhida pelos militares e encaminhada à Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação. O objetivo agora é apurar a origem da cédula e verificar se o casal está envolvido em outros casos semelhantes registrados na cidade.
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O episódio serve de alerta para comerciantes e consumidores, especialmente em relação às notas de R$ 200, que circulam com menos frequência e podem dificultar a identificação imediata de falsificações.
