Funcionário de IML faz Pix de R$ 7 mil com celular de morto
Investigado de 36 anos está preso preventivamente e é acusado de acessar aplicativo bancário de vítima de acidente de motocicleta
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SÃO PAULO, SP – Um funcionário do necrotério do IML (Instituto Médico Legal) de Santos, no litoral paulista, foi preso sob suspeita de usar o celular de um homem morto, acessar o aplicativo bancário dele e fazer transferência de R$ 7 mil para a própria conta.
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Daniel Nathan Ribeiro Andrade, de 36 anos, foi preso preventivamente na última segunda-feira (8/6). A reportagem tenta identificar a defesa do suspeito. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) afirmou que "não compactua com desvios de conduta e também adotará as medidas administrativas e disciplinares cabíveis".
De acordo com a SSP-SP, após fazer a transferência indevida, Andrade ainda teria danificado o aparelho celular. A investigação vai apurar se o objetivo seria destruir possíveis provas da transação.
O homem que teve o celular utilizado morreu em um acidente de motocicleta na madrugada de 15 de maio, na Avenida Mário Covas Júnior, quando saía do trabalho. O corpo foi levado ao IML por volta de 3h30. O comprovante da transação mostra que a transferência via Pix para a conta de Andrade foi realizada às 6h49.
O caso foi descoberto após a viúva ir a uma agência bancária para encerrar a conta do marido. Ela viu o saldo negativo e percebeu a transferência.
Ela registrou um boletim de ocorrência no 3° Distrito Policial da cidade, que encaminhou à Corregedoria da Polícia Civil.
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A SSP afirma que o servidor é investigado por suspeita de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios.