VIOLÊNCIA

PMMG emite nota de pesar pela morte de copiloto de helicóptero no Rio

Felipe Monteiro Marques foi atingido por um tiro de fuzil enquanto sobrevoava a favela Vila Aliança, na zona oeste da capital fluminense, em março de 2025

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) divulgou, no Instagram, uma nota de pesar pelo assassinato de Felipe Monteiro Marques, baleado enquanto atuava como copiloto em um helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro durante uma operação. Ele foi atingido na testa por um tiro de fuzil, chegou a ser internado, mas morreu nesse domingo (17/5), aos 46 anos.

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No comunicado, a PMMG pontua que "sua coragem, dedicação e compromisso com a proteção da sociedade jamais serão esquecidos". A nota sobre a falecimento de Felipe ainda diz: "que seu exemplo de bravura permaneça vivo na memória de todos que honram a missão de servir e proteger". 

A morte foi confirmada também por meio do Instagram pela esposa de Felipe, Keidna Marques, que administra o perfil dele. “Hoje nos despedimos de alguém que deixou sua marca por onde passou. Felipe foi um guerreiro do início ao fim, enfrentando cada desafio com coragem, determinação e fé”, informou a nota de pesar da cônjuge do policial.

Relembre o caso

O helicóptero no qual Felipe atuava como piloto do Serviço Aeropolicial da Polícia Civil do Rio de Janeiro foi alvejado por criminosos enquanto sobrevoava a favela Vila Aliança, na zona oeste da capital fluminense, em março de 2025. No hospital, os médicos descobriram que o agente havia perdido praticamente 40% do crânio. Posteriormente, ele foi transferido para uma unidade de saúde particular na zona sul do Rio.

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Em outubro de 2025, a esposa de Felipe contou ao UOL que os médicos consideraram que o piloto teve sorte. Algumas circunstâncias, como o fato de a bala ter entrado de baixo para cima e ter batido na janela do helicóptero antes de atingir a testa do policial, fizeram com que o tiro não fosse fatal.

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