Caminhada de fé, inclusão e esperança, mesmo com tantas dificuldades ao longo do ano. Na manhã desta sexta-feira da Paixão (3/4), população em situação de rua participaram de via-sacra no Centro da capital mineira. À frente, estava a Pastoral de Rua da Arquidiocese de Belo Horizonte.

A caminhada começou às 9h30, na Praça Rui Barbosa (Praça da Estação) e seguiu até o Viaduto Santa Tereza, no Centro. A partir das 11h30, foi servido o almoço debaixo do viaduto.

A caminhada começou às 9h30, na Praça Rui Barbosa (Praça da Estação) e seguiu até o Viaduto Santa Tereza, no Centro Arquidiocese De BH/Divulgação
Caminhada de fé, inclusão e esperança, mesmo com tantas dificuldades ao longo do ano Arquidiocese De BH/Divulgação
Caminhada de fé, inclusão e esperança, mesmo com tantas dificuldades ao longo do ano Arquidiocese De BH/Divulgação
Na cozinha da Catedral Cristo Rei, na Região Norte de BH, foram preparadas mais de 500 marmitas que serão entregues aos participantes da via-sacra e Paixão de Cristo Arquidiocese De BH/Divulgação
Dentro da programação da Catedral Cristo Rei, no Bairro Juliana, haverá hoje ação litúrgica às 15h Arquidiocese De BH/Divulgação
Na manhã desta sexta-feira da Paixão (3/4), população em situação de rua participa de via-sacra no Centro da capital mineira Arquidiocese De BH/Divulgação
Na manhã desta sexta-feira da Paixão (3/4), população em situação de rua participa de via-sacra no Centro da capital mineira Arquidiocese De BH/Divulgação

Na cozinha da Catedral Cristo Rei, na Região Norte de BH, foram preparadas mais de 500 marmitas destinadas aos participantes da via-sacra e Paixão de Cristo. A iniciativa solidária faz parte da ação “Dai-lhes vós mesmo de comer”.

Dentro da programação da Catedral Cristo Rei, no Bairro Juliana, haverá hoje ação litúrgica às 15h. No sábado (4/4), tem retiro espiritual (14h30), com meditação da Palavra de Deus e participação e colaboração da comunidade Shalom, e solene vigília pascal (19h).

Mensagem do arcebispo

Neste dia em que os cristãos lembram a morte de Jesus, o arcebispo metropolitano de BH, dom Walmor Oliveira de Azevedo, explica que a sexta-feira santa convoca ao silêncio. “É o único dia do ano em que não celebramos missa. Meditamos sobre o extremo gesto de amor na ação litúrgica, vivida em nossas comunidades de fé, também na oração da via-sacra: Cristo morre na Cruz por nós. Exercitar-se no silêncio é caminho para saber reconhecer a força redentora do amor de Deus. Cristo morre na cruz, oferece a sua vida pela humanidade. Mas, ao morrer, vence a própria morte, ressuscita.”

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Dom Walmor destaca que a ressurreição e a vida plena são o caminho que Deus quer para cada um. “Cristo nos ensina a trilhá-lo. É preciso silenciar-se para escutar a lição do Mestre, que vem do alto da cruz. E permanecer em silêncio é um desafio ainda maior neste tempo, de tanto barulho, de tanto falatório – pensemos especialmente nas redes sociais. Possamos nos qualificar a partir da escuta amorosa de Deus, contemplando o mistério da paixão, morte e ressurreição.”

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