SAÚDE PÚBLICA

Megaoperação combate venda ilegal de medicamentos em Minas

Investigação revelou também um esquema de receptação de cargas roubadas e a falsificação de receituários médicos. Polícia Civil cumpriu 12 mandados de busca

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta quinta-feira (9/4), 12 mandados de busca e apreensão em Sete Lagoas, Matozinhos, Pedro Leopoldo e Belo Horizonte. As diligências decorrem de uma investigação que revelou um esquema de receptação de cargas roubadas, a falsificação de receituários médicos e a venda ilegal de medicamentos controlados.

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O inquérito, iniciado há três anos, incluiu análises em fontes abertas, perícias em dispositivos móveis e exames em prontuários médicos. Os levantamentos indicam que a comercialização indiscriminada de medicamentos controlados, sem a devida retenção de receita, gerou impactos severos à saúde pública, com registros de pacientes que tiveram quadros clínicos e psíquicos gravemente agravados em decorrência do uso das substâncias adquiridas ilegalmente.

“Os produtos ficavam armazenados em imóveis estratégicos e galpões próximos à drogaria investigada. Para simular legalidade perante os órgãos de fiscalização, o grupo utilizava receitas em branco previamente carimbadas e assinadas por um médico da cidade, as quais eram preenchidas pelos próprios funcionários do estabelecimento no ato da venda”, explicou o delegado responsável pelo inquérito, Ricardo Maciel Rodrigues de Sousa e Silva. 

Cerca de 50 policiais civis cumpriram as ordens judiciais nesta quinta-feira. Por determinação da Justiça, a drogaria alvo da operação teve suas atividades suspensas e foi lacrada. Os mandados também foram cumpridos em um consultório médico, em uma clínica de emagrecimento e nas residências dos proprietários das empresas, da gerente comercial e do farmacêutico responsável.

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Os investigados podem responder por crimes como venda de medicamentos de procedência ignorada e organização criminosa.

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