Uma operação, realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais em Foz do Iguaçu (PR), resultou na prisão de um foragido da justiça desde 2018. O criminoso foi preso na quarta-feira (4/3), sob afirmação de ser de alta periculosidade.

Ele estava no Paraná desde o ano passado quando foi preso e solto em liberdade provisória. Porém, foi investigado sob o nome falso que utilizava na época e por isso não respondeu por outros crimes.

Depois de uma apuração pelos policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas I (Draco), foi descoberto que o foragido estava em Foz do Iguaçu, onde foi montada uma operação de captura. 

A prisão dele é considerada importante resultado no combate ao crime organizado.

O foragido tem histórico criminal consolidado ao longo de mais de três décadas de atuação em organizações criminosas especializadas em crimes violentos contra instituições financeiras, com sentenças que acumulam mais de 70 anos de prisão pendentes.

Ficha criminal

Nos mais de 30 anos de atividades criminosas da ficha do suspeito, aparecem roubos a bancos, ataques a carros-fortes e latrocínio contra vigilante. Ele integrou grupos criminosos responsáveis por roubos a bancos e ataques a carros-fortes em diferentes estados da região Sudeste.

O criminoso já participou de organizações criminosas que eram conhecidas por alto nível de planejamento, divisão de funções e utilização de armamento pesado, incluindo metralhadoras e armas de uso restrito.

Tempo foragido

Após condenações judiciais, o investigado passou a cumprir pena no sistema prisional de Minas Gerais. Em 2018, entretanto, ele deixou a unidade prisional e não retornou, passando à condição de foragido da Justiça.

O sujeito foi encontrado sob um nome falso no Paraná - hábito frequente do criminoso para esconder o paradeiro dele. Segundo a polícia, ele seguiu mantendo vínculos com indivíduos ligados ao tráfico interestadual de drogas e a crimes contra instituições financeiras.

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Após a prisão, a investigação agora quer identificar possíveis comparsas e apurar eventuais conexões com outros crimes.

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