CRIMES

MG: suspeito de estuprar, roubar e matar mulher é denunciado à Justiça

O homem teria violentado a vítima sexualmente, roubado o seu aparelho celular e a estrangulado com uma blusa até a morte

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Um homem de 27 anos suspeito de cometer os crimes de estupro e latrocínio contra uma mulher, de 25, na cidade de Ponte Nova (MG), na região da Zona da Mata, foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O crime aconteceu na madrugada do dia 28 de janeiro de 2026 e a denúncia foi formulada pela 2ª Promotoria de Justiça de Ponte Nova. 

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O MPMG destacou que o acusado possui um extenso histórico criminal, com passagens por latrocínio, homicídio e crimes sexuais contra vítimas vulneráveis. Durante a prisão, ele chegou a afirmar aos policiais que já havia sido preso outras vezes e que “não ficaria detido por muito tempo”.

Na denúncia, encaminhada ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o Ministério Público ainda pediu a determinação de indenização mínima no valor de R$ 100 mil em favor dos familiares da vítima. 

A Justiça decidirá se acata ou não o pedido. Se o pedido for aceito, o acusado se tornará réu e passará a responder formalmente pelo processo.

O suspeito está preso temporariamente e o MPMG pediu também pela conversão da prisão para preventiva, a fim de que ele permaneça preso durante a tramitação do processo.

O caso

De acordo com a denúncia, o homem encontrou a vítima nas proximidades do bairro Triângulo, em Ponte Nova, e a conduziu até um local isolado no final da Rua Luiz Carlos Prestes, no bairro Palmeiras. Câmeras de segurança de residências e comércios locais mostraram os dois andando pelas ruas enquanto conversavam.

Ao chegar ao local, o homem iniciou o ataque à vítima. Ele a violentou sexualmente, roubou o seu aparelho celular e a estrangulou com uma blusa até a morte.

Após o crime, o acusado fugiu do local e ficou foragido por um mês, até o dia 28 de fevereiro. Durante esse período, a polícia tentou localizá-lo até que ele foi encontrado em área de mata, capturado e apresentado à Justiça.

O Ministério Público ressaltou que o crime foi cometido por motivo torpe, evidenciado pelo desprezo à vida da vítima em razão da subtração de bem de reduzido valor, além de ter sido executado mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, em local ermo, e com emprego de meio cruel, consistente no estrangulamento.

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*Estagiária sob a supervisão do subeditor Humberto Santos

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