Minas Gerais confirmou mais dois casos de mpox em 2026, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), chegando a cinco neste ano. De acordo com a pasta, as últimas confirmações foram em Belo Horizonte e em Formiga (MG), na Região Oeste do estado, na terça-feira (24/2).

Anteriormente, dois casos foram registrados em Belo Horizonte, em 7 e 29 de janeiro, e o outro, em Contagem, também no dia 29. Os pacientes são do sexo masculino, com idades entre 30 e 45 anos.

Neste ano, 88 pessoas foram contaminadas pela doença no país, sendo 41 apenas no estado de São Paulo.

O que é a mpox?

De acordo com o Ministério de Saúde, a mpox é causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e da família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, transmitida pelo contato próximo e prolongado, como abraços, beijos e relação sexual e quando existem lesões na pele, como erupções cutâneas, crostas, feridas e bolhas ou fluidos corporais (secreções e sangue) em uma pessoa infectada.

O contágio também pode acontecer por meio de objetos recentemente infectados, como roupas, toalhas e roupas de cama ou objetos como utensílios e pratos, contaminados com o vírus pelo contato com uma pessoa doente.

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Segundo o órgão nacional, uma pessoa pode transmitir a doença a partir do momento em que os sintomas começam até que as lesões de pele tenham cicatrizado completamente. A doença geralmente evolui para quadros leves e moderados e pode durar de duas a quatro semanas.

Quais os sintomas da mpox?

  • Erupções cutâneas ou lesões de pele (como bolhas, feridas com casca ou não);
  • Adenomegalias, que se caracterizam por linfonodos inchados e também são denominados de “ínguas”;
  • Febre;
  • Dores no corpo;
  • Dor de cabeça;
  • Calafrio;
  • Fraqueza.
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