Um empresário e a mãe de uma vítima de uma rede de abuso sexual contra crianças foram indiciados pela Polícia Civil, após os crimes contra uma criança de 12 anos serem descobertos. O esquema foi desarticulado em janeiro, quando a mulher foi presa em Indianópolis, no Triângulo Mineiro, por exploração sexual e corrupção de menores. Ela explorava a própria filha.
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A menina era obrigada a manter relações sexuais em troca de dinheiro. Um homem de 57 anos, proprietário de uma chácara onde aconteciam os encontros, também foi preso.
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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) finalizou o inquérito que investigou os crimes. Ambos foram indiciados e permanecem presos. Os levantamentos mostram que a mãe da adolescente fazia a intermediação dos encontros. Ela coagia a menina para que não fosse denunciada, a dopava e até a agredia antes de ela ser entregue para abusadores. A mulher recebia até R$ 2 mil pelos encontros e pelo estupro da filha.
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O Conselho Tutelar acompanhou o caso, e os abusos só foram denunciados por meio de uma carta escrita pela menina pedindo ajuda a uma colega da escola. Exames periciais, análise de mensagens e depoimentos colhidos ao longo do procedimento foram usados como provas para o indiciamento da mãe e do empresário, que podem responder por crime sexual contra vulnerável e exploração da adolescente.
