Uma mulher acusada de ser a mandante da execução a tiros de um homem em Rio Acima (MG), na região Central do estado, foi condenada a 17 anos e seis meses de reclusão, em regime inicialmente fechado.
A sentença por homicídio duplamente qualificado, proferida na última sexta-feira (30/1) e divulgada nesta segunda (2/2) pelo Ministério Público, ocorreu após a então ré permanecer seis anos foragida. O crime aconteceu em setembro de 2018.
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Na denúncia, os promotores de Justiça demonstraram que a família da acusada atuava no tráfico de drogas na cidade e que o crime foi planejado após a vítima causar prejuízo financeiro na comercialização de entorpecentes na região.
Outras cinco pessoas acusadas de participar do crime (sendo três da mesma família da ré e dois executores contratados para cometer o assassinato) já passaram por julgamento e foram condenados.
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A denúncia aponta ainda que a mulher fez o contato inicial com um dos executores para combinar detalhes sobre a morte do homem, contratou o serviço e auxiliou na fuga do grupo após o crime. A vítima foi abordada pelos executores enquanto estava sentada em frente ao portão de casa e atingida por cinco disparos de arma de fogo.
